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14 Jun 2012
Silas Malafaia: ?ilustres desconhecidos me atacam?
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Por: Pastor Silas Malafaia

Não é de hoje que a internet virou um campo de “terra de ninguém”, onde ilustres desconhecidos, que se tornaram críticos vorazes, e usam todo tipo de instrumento para caluniar, difamar, denegrir, e criar toda espécie de mentira para destilar o ódio que tem daqueles que conquistaram um espaço dado por Deus na grandiosa seara evangélica. São pessoas frustradas, recalcadas, invejosas, onde o sucesso dos outros incomoda muito mais do que seu fracasso ou mediocridade.

Virou moda no meio evangélico falar daqueles que, unicamente, por bondade e misericórdia de Deus, conquistaram um espaço. Gente cheia de ódio, querendo dar lição de moral, pessoas que não tem nenhuma notabilidade ou reconhecimento em nossa comunidade e que querem crescer a custa da história dos outros, e não de sua própria história. Tenho que rir, ha ha ha ha. Gente falando da minha vida, que eu nunca “vi nem mais gordo, nem mais magro”.

Para estes, deixo Mateus 7:1 “não julgueis, para que não sejais julgados”, e Lucas 6:38b “porque com a mesma medida que medirdes, também vos medirão de novo”.

Como não têm o que falar da minha moral, chegam às raias de profetizar ? porque a boca fala o que o coração está cheio ? de que eu vou cair em pecado. Desconfio que alguns chegam a orar por isso, mas declaro que nenhuma arma forjada contra mim prevalecerá. Tudo o que falo, todas as minhas ações, são exaustivamente monitoradas. Segundo eles, virei a palmatória do mundo evangélico. Tenho que falar e comentar tudo, se eu deixar passar alguma coisa é porque fui comprado ou fui omisso. Mais uma vez tenho que rir, ha ha ha ha.

Há poucos dias, lancei um desafio para aqueles que dizem que mudei a minha teologia e que agora eu sou da teologia da prosperidade. Coloquei uma mensagem no ar: “uma vida de prosperidade”, que pode ser vista na íntegra, no fim deste artigo. Esta mensagem representa a minha convicção teológica sobre prosperidade. Os desafiei a contraditar na Bíblia, e até agora não apareceu um, a não ser bravatas, calúnias, argumentações filosóficas, e pasmem: montagem de vídeos com minhas falas, se utilizando de parte de mensagem, igualzinho aos ímpios inescrupulosos fazem quando querem difamar alguém. Em uma dessas, o filho do diabo ? porque não pode ser crente ? pegou um pequeno trecho de uma mensagem que preguei na Assembleia de Deus do Bom Retiro quando afirmei: “vai pregar prosperidade na África que eu quero ver”. Em que sentido eu estava falando isso? Sobre o besteirol teológico que diz que todos vão ficar ricos, e se você não tem algo é por não ter fé, e vai por aí a fora.

Continuo desafiando quem vai me contraditar na palavra de Deus! Se você não acredita em prosperidade é problema seu. Em síntese, prosperidade é obedecer as leis de Deus. Aconselho você a ler Salmo 1:1-3, Salmo 112:1-3, Lucas 6:38, II Coríntios 9, Provérbios 11:24,25, II Crônicas 26:5, Malaquias 3:8-10, Salmo 35:27, e tem muito mais.

A você que está lendo este artigo, analise quem são estes ilustres desconhecidos que me atacam! O que eles têm feito em prol do evangelho? Que riscos já correram por suas posturas em defesa da igreja? Sou pastor há 30 anos, casado com a mesma mulher, membro da mesma igreja, há 25 anos abdiquei do salário de pastor, não que seja pecado ou ilegal, pelo contrário, tremendamente honroso. Meu último salário como pastor foi o equivalente a 5 salários mínimos. Fiz isso por uma visão que Deus me deu para poder ter independência total. Se tiver que receber salário de novo não hesitarei, e a Igreja que sou pastor sabe honrar os ministros do evangelho. Você não tem ideia das privações que passei.

Estão falando de que? Por que Deus tem me abençoado? Honrado a minha fé e fidelidade? O que sabem a respeito da minha liberalidade? Estão com raiva porque ganhei um carro blindado de presente, e os invejosos nunca ganharam uma roda de bicicleta? Estão com raiva porque ganhei de presente um relógio de ouro, e os invejosos nunca ganharam um relógio do Paraguai?

Este tipo de gente quer ver pastor mendigando, e terrivelmente dependente. Vai ler na Bíblia como Deus tratava o sacerdote no antigo testamento, e a conexão entre o antigo testamento, e o novo testamento em I Coríntios 9. Tenho a perfeita consciência que apesar dos meus defeitos e limitações, Deus tem me levantado neste tempo como uma voz profética e apologética. Não preciso provar nada para ninguém, o meu ministério e a minha vida são testemunhos do que Deus tem feito. Tenho sido ameaçado, caluniado, difamado, investigado por Ministério Público e Receita Federal, monitorado 24 h para ver se cometo algum deslize, inclusive pelos que se dizem irmãos, mas quero afirmar que estas coisas não me desanimam, pelo contrário, é um verdadeiro combustível para continuar e ter a convicção de que estou no caminho certo, pois só atiram pedra em árvore que dá fruto. E a maior prova de que Deus está me usando é que quando eles estão falando de mim, é porque reconhecem o meu ministério, se não, não falariam.

Só resolvi escrever este artigo para proteger os fracos, e os novos na fé, para não serem envenenados pelos ilustres desconhecidos invejosos. Para o maior caluniador, que é o diabo, e aqueles que se deixam ser usado por ele, e para você, meu irmão, que tem discernimento espiritual, declaro: ATÉ AQUI ME AJUDOU O SENHOR!

Pastor Silas Malafaia

Assista ao vídeo com a pregação, na íntegra, da mensagem:
"Uma Vida De Prosperidade"

Fonte: Verdade Gospel


14 Jun 2012
Ideias são como sementes ? Vida comunitária
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Viver em comunidade é uma poderosa ideia que somente poderia ter sido gestada no coração e na mente de um Deus cuja essência é comunitária.


Há no senso de comunidade
um incrível poder.

Por: Eduardo Rosa

Comecemos pelo óbvio: uma das mais poderosas ferramentas do nosso tempo são as redes sociais. Através do Facebook, pessoas desconhecidas se conectam, amigos de outros tempos se reencontram, imagens e perfis são construídos ou destruídos em questão de alguns toques. Seu poder se estende para além da mera conexão entre pessoas: a mobilização virtual já se mostrou eficaz, inclusive, para ajudar a derrubar governos ditatoriais, como se viu recentemente na chamada Primavera Árabe. A força dessas redes está justamente no fato de que elas criam comunidades ? e, quando as pessoas experimentam o senso de comunidade, por mais frágil que seja, aí há um incrível poder.

Viver em comunidade foi uma das mais poderosas ideias que influenciaram gerações de cristãos. Especialmente nos primeiros séculos, a comunidade tinha um lugar central. Havia, por exemplo, as comunidades dos desertos. Homens e mulheres migraram para as regiões desérticas em busca de uma relação mais profunda com Deus, entendendo que a vida na cidade estava condenada à superficialidade. Paradoxalmente, eles se isolaram para viver juntos. Então, floresceram comunidades poderosíssimas do ponto de vista espiritual. Ali, as relações não eram baseadas em poder ou dominação, mas em serviço a Deus e uns aos outros. As portas estavam abertas para todos, mas não era fácil entrar: era preciso que cada interessado provasse um real interesse pelo pertencimento. Desejos superficiais ou impulsos passageiros não eram suficientes, já que a vida comunitária exigia humildade, submissão, disciplina e, sobretudo, estabilidade. Não se rompiam os laços na primeira desavença, e a perseverança os levava a continuar caminhando juntos, apesar dos obstáculos relacionais.

Nas comunidades do deserto, os vínculos eram mais importantes do que número. A qualidade dos relacionamentos era uma marca fundamental daquela maneira de existir. A maior força daqueles grupos estava no fato de que as pessoas aderiam a elas por causa de um ideal. Novos membros somente eram aceitos após demonstrar resoluto compromisso em, junto com outros, construir o que se sonhava. Mas qual era esse ideal? Eles desejavam que a comunidade terrestre pudesse ser uma antecipação da comunidade celestial. Queriam relacionamentos, um modo de viver  do qual se pudesse dizer “assim na terra, como no céu”. Utopia? Talvez; mas a lição desses sonhadores do deserto é que o poder de uma comunidade está no seu ideal e na sua capacidade de atrair pessoas seduzidas por realizá-lo. A preocupação não era com a atração de novos adeptos, mas com a certeza de que quem entrasse não queria servir-se da comunidade, mas sim, construí-la à luz do sonho que dentro dela se carregava.

Naquele contexto, as relações comunitárias eram profundamente transformadoras. Mudanças no caráter, nos valores e até  no jeito de falar eram consequência natural daquele modo de vida. Quanto mais alguém ia se aprofundando nos relacionamentos e nas dinâmicas comunitárias, mais se ia sendo moldado, deixando de ser um “eu” isolado, obsessivamente preocupado em satisfazer-se, para tornar-se parte de um todo, no qual os interesses pessoais eram atingidos pela construção do bem comum. O resultado final é que cada pessoa se via parte de um todo, comungando de um ideal comum.

Quem é capaz de negar que comunidades com essas características podem mudar o mundo? Quem não gostaria de fazer parte de uma experiência comunitária assim? Não terá sido este tipo de comunidade que Jesus tinha em mente quando disse que as portas do inferno não seriam capazes de conter o poder de sua Igreja? Não seriam comunidades assim o grande antídoto divino para curar nosso essencial pecado humano de viver somente para nós mesmos? E não é o Deus cristão essencialmente relacional, vivendo uma misteriosa comunidade eterna na qual Pai, Filho e Espirito Santo vivem em inquebrável harmonia?

Comunidades alicerçadas neste Deus relacional são capazes de iluminar este mundo tão carente de luz. Sim, viver em comunidade é uma poderosa ideia que somente poderia ter sido gestada no coração e na mente de um Deus cuja essência é comunitária. Aqueles que ousarem despir-se de si mesmo e se revestirem de vestes comunitárias, como fizeram alguns dos nossos antepassados cristãos, verão o poder transformador que emerge de um grupo embalado por um maravilhoso ideal.

Fonte: Cristianismo Hoje


08 Jun 2012
Ideias são como sementes ? Estabilidade
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A estabilidade nos ajuda a plantar os pés onde estamos. Ela não fecha a porta para o novo; apenas nos ensina a achar novidade naquilo que se repete.


Da luta contra a inconstância
nasce o voto pela estabilidade.

Por: Eduardo Rosa

Se o prezado leitor não acompanhou os últimos textos desta coluna, convém informar que estamos, ao longo das últimas edições de CRISTIANISMO HOJE, publicando uma série cujo objetivo é compartilhar oito ideias espirituais que mudaram a história da espiritualidade cristã. Esta é a sexta, e estabilidade é o seu nome. Sim, fazer votos a Deus assumindo um compromisso com a estabilidade é uma poderosa ideia!

É, no mínimo, curioso notar que, hoje, a palavra estabilidade tem uma conotação essencialmente material, com um claro viés socioeconômico. Assim, falamos de estabilidade no emprego, de estabilidade financeira, de estabilidade através da aquisição da casa própria... A noção de estabilidade virou, em nossos dias, sinônimo de segurança. Ela seria, nessa ótica, um estado de tranquilidade material, advinda do acúmulo de recursos que nos possibilitem comer, nos vestir, ter acesso a lazer e qualidade de vida e ter alguma reserva para a aposentadoria. Todavia, a ideia de se fazer um voto de estabilidade está longe desses significados modernos. O voto de estabilidade tem um contexto históricos específico. Ele nasce no ambiente monástico e carrega consigo uma preciosa sabedoria.

Essa busca pela estabilidade tinha por trás de si, em primeiro lugar, uma luta contra a inconstância. Mudanças são maravilhosos elementos para o nosso crescimento. Através delas, enfrentamos desafios que rompem nossa zona de conforto e nos fazem sair do lugar. Mas existem pessoas que nutrem uma relação patológica com a mudança. Elas se enjoam rápido de uma novidade; então, para manter a alma viva, pulam para uma outra coisa nova. Mudam tanto, que são inconstantes ? não criam raízes, não concretizam quase nada. É contra esta patologia chamada inconstância que nasce o voto pela estabilidade. Ser estável não é fechar-se ao novo, mas sim, encontrar a imensa alegria que existe em solidificar conquistas, colher semeaduras, submeter-se a rotinas capazes de gerar hábitos formadores de um destino.Outro elemento contra o qual a estabilidade se insurge é o impulso cego. Decisões tomadas por impulsos são, quase sempre, desastrosas. Impulso é um movimento instintivo, uma resposta automática a um estímulo externo. Ele obedece ao calor da hora e simplesmente acontece. Impulsos fazem parte do nosso ser, mas não podemos permitir que nos dominem, que sejam a base da nossa vida. O voto pela estabilidade nos ajuda a dizer não aos impulsos. Estabilidade é o oposto do impulso, e resulta em maturidade e solidez. Ser estável não é anular o impulso, mas conviver com ele de maneira a não permitir que ele seja a matriz das nossas decisões.

O romance Horizonte perdido fala de um lugar fictício chamado Shangri-lá. Ele é uma espécie de paraíso, com tudo o que um ser humano deseja: tranquilidade total, um ambiente em que o verde das matas e o azul dos lagos formam um cenário ideal de descanso, onde tudo é novo e excitante. Na verdade, todos somos atraídos por um Shangri-lá. No fundo, ele é o lugar em que não estamos, o tempo que não vivemos, a experiência que não tivemos; enfim, o local idílico e irreal que nos cega para a realidade, a rotina na qual vivemos, o tempo e o lugar em que estamos. Pois o voto pela estabilidade nasce para nos ajudar a perceber que o aqui e agora, o lugar que estamos construindo nossa história, está cheio de beleza. O tédio que nasce da familiaridade, do costume com as mesmas coisas de sempre, leva-nos a pensar neste lugar inexistente. A estabilidade nos ajuda a plantar os pés onde estamos. Ela não fecha a porta para o novo; apenas nos ensina a achar novidade naquilo que se repete.

A busca por esta estabilidade fez florescer toda uma geração de homens e mulheres que, paradoxalmente, quanto mais se enraizavam, mais criavam coisas novas. Gente comprometida em terminar o que começou, em solidificar o que estava em andamento, de não mudar pelo simples sabor da novidade. Quem sabe, nesse tempos nos quais somos tão estimulados a viver ao sabor dos impulsos, de mudar sempre, indiscriminadamente, e de buscar uma felicidade que se parece com a linha do horizonte ? quanto mais perto chegamos dela, mais ela se distancia de nós. Quem sabe se todos nós não estamos precisando fazer um voto de estabilidade para com Deus?

Fonte: Cristianismo Hoje


06 Jun 2012
Pesquisa revela nova geração de idosos
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47% deles têm vida sexual ativa e 26% namoram ou ‘ficam’

POR Angélica Fernandes

Rio -  Eles são independentes, gostam de tecnologia, se exercitam, trabalham e arrumam tempo para ‘ficadas’ e noitadas. Pesquisa do Instituto Casa 7 mostra que idosos cariocas de 60 a 75 anos, das classes A, B e C, fazem parte de uma nova geração, que rejeita o rótulo de vovozinhos.


Arte: O Dia

Entre os entrevistados, 47% têm vida sexual ativa e 26% namoram ou têm ‘ficantes’. “Todos pensam que idoso não faz mais sexo, pelo contrário, eles se consideram super experientes”, conta a pesquisadora Adriana Hack, sócia do Instituto Casa 7.

O levantamento aponta ainda que 89% dos idosos são independentes e 71 %, responsáveis pelo sustento da família. Do total, 33% moram sozinhos e só 19% dependem financeiramente de alguém. “Eles fazem tudo e não admitem serem chamados de inativos ou imprestáveis”, diz Adriana.

Um casal de Vila Isabel é a prova de que a vida na terceira idade está longe de ser monótona. Maria Helena de Sousa Silva, 58, e Martins Alípio dos Santos, 63, são casados há 30 anos e fazem tudo juntos. Há 25 anos, abriram vidraçaria no Centro para não depender de patrões ou da aposentadoria. Após o expediente, nada de ficar separado. “Fazemos dança de salão, natação e caminhada”, ressalta a esposa.

Vigor
No amor, Maria é só elogios ao marido. Ela revela que o segredo é não deixar cair na rotina. “Temos uma intimidade de dar inveja a qualquer casal. Digo ‘eu te amo’ todos os dias para ele”, afirma ela, que, para esquentar a relação, faz questão de viajar. “Em fevereiro, fomos para Buenos Aires em lua de mel”.

Viajar, aliás, é um dos programas preferidos apontados por 62% dos entrevistados. “Gosto muito de conhecer a cultura de outros países”, explica a psicóloga Suely Viola, 71, que tem uma alimentação saudável e pratica musculação três vezes por semana: “Hoje tenho um vigor que não tinha aos 40 anos”.

Conectados: 62% acessam Internet mais de três vezes na semana

Por três meses, pesquisadores do instituto percorreram Zona Sul, Zona Norte e Centro para entender o novo universo dos idosos. Mais de 500 pessoas foram ouvidas. O resultado prova que não existe velhice e sim, adultos experientes.

No ranking de prioridades na vida, em primeiro lugar vem a responsabilidade, que traduz a maturidade e a experiência. “Eles já viveram muita coisa e se sentem responsáveis pelos outros”, explica a pesquisadora. Em segundo, está a liberdade e família. Depois vem saúde e prazer. A tecnologia não está de fora.


Aída, 65, é retrato da ‘nova’ geração: perfil no Facebook e musculação
Foto: Maíra Coelho / Agência O Dia

A pesquisa mostra que 62% acessam a Internet mais de três vezes na semana, 14% usam smartphone e 26% fazem parte de alguma rede social, como Facebook e Orkut, como a secretária Aída Borges da Silva, 65. “Adoro novidades. Converso com amigos e filho pelo Facebook”, diz ela, que evita frituras e faz caminhada todos os dias, além de musculação: “Procuro levar vida saudável”.

Fonte: Jornal "O Dia Online"


05 Jun 2012
Após conversão ao evangelho, ex-goleiro Bruno é batizado nas águas em culto no presídio
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O ex-goleiro do Flamengo, Bruno Fernandes, preso sob acusação de sequestro e morte da modelo Eliza Samúdio, será batizado nas águas hoje, 21/05, de acordo com informações publicadas por sua noiva, Ingrid Calheiros, no Facebook.

Bruno, que havia frequentado a Igreja Batista Gêtsemani antes do sucesso no esporte, voltou ao evangelho após sua prisão, e contou à família sua decisão de se batizar após conseguir a liberdade condicional, de acordo com informações do The Christian Post.

A noiva do jogador agradeceu a Deus pelo passo de decisão que Bruno tomou: “Uma nova Criatura em Cristo Jesus, obrigado Deus, tu sabes de todas as coisas! Em tudo na nossa vida é um propósito de Deus, e o propósito do Bruno se cumpre amanhã [hoje], em nome de Jesus, Amém”, publicou Ingrid.

Ingrid não poderá comparecer por estar com dengue, mas divulgou a notícia com entusiasmo: “Amanhã [hoje] é um dia de muita alegria para mim! Meu marido vai ser batizado nas águas na igreja da penitenciária! Eis que Deus fará nascer um novo homem!”.

A avó de Bruno, Estela de Souza, comparecerá à cerimônia de batismo do ex-goleiro, como representante da família.

Fonte: Portal CJGospel


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