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05 Jul 2011
Campanha que incentiva sexo só depois do casamento é a mais citada no Twitter
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Uma campanha que incentiva o sexo somente depois do casamento é o assunto mais comentado no Twitter nesta terça-feira. A hashtag #escolhiesperaremdeus está no Top Trend do microblog. A campanha “Eu escolhi esperar”, lançada pela ONG Mobilizando o Brasil, há quatro meses, já esteve no topo das expressões mais citadas nos dias 20 e 21 de junho, 15 minutos depois do lançamento através de Twitcam

Em média, sete tweets publicam a hashtag por minuto. Alguns manifestam apoio à causa e outros criticam ou fazem piadas. O movimento possui uma conta no Twitter com 24.180 seguidores. Segundo o coordenador da ONG, Nelson Junior, a cada dia eles ganham 300 novos seguidores. O próprio Nelson garante que esperou encontrar a mulher certa apara casar e, só então, experimentar o sexo. “(...) escolhi esperar o tempo e a pessoa certos para ter um relacionamento da forma certa em vez de me aventurar emocionalmente”, disse ele em entrevista a um site evangélico.

A ONG está organizando uma grande mobilização nas redes sociais dia 6 de setembro, que é o dia do sexo.

Transcrito do Jornal: Extra Online

    


04 Jul 2011
Magno Malta: ?Lei anti-homofobia é um defunto?
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Senador evangélico e presidente da Frente em Defesa da Família diz que o PL 122, que torna crime a homofobia, não tem a menor chance de ser aprovado no Congresso.

A temática da sexualidade talvez nunca tenha provocado tanta celeuma no Congresso, em toda a sua história, como nesta legislatura. A decisão do Supremo Tribunal Federal de aceitar a união civil de pessoas do mesmo sexo; a tramitação do projeto que torna crime a homofobia; o ingresso no Parlamento do primeiro deputado gay declarado e defensor das causas da homossexualidade ? eis algumas das iniciativas a gerar forte antagonismo dos grupos ligados a religiões e outros setores da sociedade que condenam o que chamam de desvios de comportamento e imoralidade. O deputado Jair Bolsonaro (PP-RJ) pode ter se tornado o mais estridente representante desse segundo grupo, mas não está sozinho.

No Senado, os representantes da bancada religiosa trabalham para matar por inanição o Projeto de Lei 122/2006, conhecida como Lei Anti-homofobia. Se depender do senador Magno Malta (PR-ES), presidente da Frente Parlamentar em Defesa da Família, a lei sequer irá além das discussões em comissões temáticas, uma das etapas iniciais da tramitação. “O projeto é um defunto”, desafia Magno Malta, em entrevista ao Congresso em Foco.

O projeto já passou pela Comissão de Assuntos Sociais (confira o relatório aprovado), está em análise na Comissão de Direitos Humanos (CDH) e, se passar pelo colegiado, deve seguir para a Comissão de Constituição e Justiça (CCJ). Audiências públicas, textos substitutivos, emendas de redação, entre outros procedimentos, têm emperrado a tramitação do PL. Que sequer chegará à CCJ, se depender do presidente da Frente Parlamentar em Defesa da Família ? não por coincidência, o próprio Magno Malta, que apresentou o requerimento de audiência pública em meados de maio, ato mais recente do colegiado em relação à matéria. Ele chegou a publicar em sua página na internet que, caso o projeto fosse aprovado sem alterações, renunciaria ao cargo.

“Se o PL 122 for aprovado eu renuncio ao meu mandato. Se isso acontecer eu renuncio! Mas isso não vai acontecer. Este projeto está morto. Você já viu um morto ressuscitar? Apenas Lázaro, e parou ali. O que vai acontecer é que nós vamos sepultar este projeto, e fim”, declarou Magno em entrevista à revista religiosa Comunhão, veiculada na versão on-line em 20 de junho.

“A Constituição já diz que nós somos iguais. Então nós vamos criar um texto para dizer de novo que nós somos iguais, que o respeito dado ao índio, ao negro, ao judeu é o mesmo que tem de ser dado ao homossexual? O PL 122 apodreceu, é um defunto, está morto”, vociferou o evangélico, em entrevista concedida ao Congresso em Foco na última quarta-feira (29), um dia movimentado de deliberações no Plenário do Senado. Magno, que presidiu até há poucos meses a CPI da Pedofilia, apressou-se em reafirmar que é frontalmente contra qualquer modalidade de sexo que não seja entre homem e mulher.

“Deus criou macho e fêmea. Fulana está grávida de um menino ou de uma menina. Você não diz que fulana está grávida de um homossexual, não existe isso!”, exclamou o senador, apontando que o fato de o projeto reforçar a liberdade de opção sexual estimulará “aberrações”.

“O projeto é cheio de sutilezas. Uma das sutilezas brabas é essa: se você não aceitar a opção sexual de alguém, você comete um crime. Se esse texto for aprovado assim, estão legalizados a pedofilia, o sadomasoquismo, a bestialidade da relação com animais, a necrofilia, que é relação sexual com defuntos… Quer dizer, qual a lei que o juiz vai obedecer?”, vislumbra o senador, caprichando na criatividade escatológica.

“Por exemplo, uma viúva pode dizer: ‘Meu defunto vai ficar aqui no prédio, eu quero viver com ele aqui mais dez anos, embalsamado. E o fedor entrando… A viúva pode levar um bode pra dentro do prédio, um jumento, até porque você só comete crime com animais silvestres e exóticos. Bode, jumento não estão nesse meio”, lembra Magno Malta, antes de adentrar o plenário para mais um discurso contra o que considera atentados aos dogmas cristãos.

Confira a íntegra da entrevista:

Congresso em Foco ? O senhor chegou a dizer que renunciaria ao mandato caso fosse aprovado o projeto que torna crime a homofobia. A promessa continua de pé?
Magno Malta ? O que eu quis dizer foi o seguinte: eu tento tanta certeza de que ele [o projeto] não vai ser [aprovado], que eu disse que renunciaria. Muitos eleitores, e mesmo pessoas da imprensa, deram publicidade a essa minha fala em outro contexto. No dia em que os hackers invadiram a página da presidenta Dilma, naquela madrugada também houve uma invasão à minha página, inclusive colocando a “digital” na invasão, porque citavam exatamente elementos para o que o PL 122 fosse aprovado, para que eu renunciasse. Estão tentando transformar isso numa luta entre evangélicos e homossexuais. E não é. Eu, que presido a Frente Parlamentar da Família, sei que tem pessoas de segmentos religiosos diversos, gente que não professa fé nenhuma, que pensa da mesma forma. E que fazem parte da Frente, e somos maioria absoluta na Comissão de Direitos Humanos. Qualquer coisa que vier [a favor do projeto], certamente não terá sucesso.

Mas quando a senadora Marta Suplicy fala que o projeto pode voltar à estaca zero, isso não significaria uma recuo na luta contra o preconceito?
Esse número [PL] 122 é podre. Não aprovaremos nada com esse número. Eu encontrei esse rapaz, o [deputado] Jean [Willys]. Estávamos eu ele e o ascensorista apenas, e eu disse a ele: “Você está falando muita bobagem a meu respeito”. Porque ele dá entrevista dizendo que meu discurso é odioso, que eu disse que todo homossexual é pedófilo. Isso é uma mentira, onde está escrito isso? Eu sempre faço adefesa da opção das pessoas. Eu disse a ele: “Olha, isso [o PL 122] apodreceu. Eu topo conversar com você, no meu gabinete. Vamos discutir um texto novo”. Um texto para dar satisfação ou descarga na consciência, porque a Constituição já diz que nós somos iguais. Então nós vamos criar um texto para dizer de novo que nós somos iguais, que o respeito dado ao índio, ao negro, ao judeu é o mesmo que tem de ser dado ao homossexual? Ou mesmo a um garoto que nasceu com deficiência, um garoto estrábico, que não pode ser zombado na escola? Ora… Então vamos fazer, só para dar descarga na consciência? Vamos fazer. Está na Constituição, são as relações de boa convivência. A nossa dívida constitucional é essa, é respeitar as pessoas, as suas opções. Agora, com a participação de todos os partidos, vamos começar do zero, com novo número. Porque o PL 122 é um defunto, está morto.

Qual o problema com o número 122?
Porque é o “PL da Homofobia”, coisa e tal. O Brasil não é homofóbico, esse termo é uma desgraça que criaram. Por exemplo, você chega em casa e vê um casal heterossexual se beijando em baixo de sua janela, você fala e pede: “Amigo, minhas crianças estão aqui”. Se você pedir para um homem e uma mulher, eles não vão pedir para você ser preso. Quer dizer que você pode falar para um casal hetero que se contenha e não pode falar para um casal homossexual? Isso é uma brincadeira!

Esse é um dos pontos do projeto, deputado. Na sua opinião, qual o pior ponto do PL?
Todos são muito ruins. Ele tem sutilezas demais. Uma das sutilezas brabas é essa: se você não aceitar a opção sexual de alguém, você comete um crime. Se esse texto for aprovado assim, estão legalizadas também a pedofilia, o sadomasoquismo, a bestialidade da relação com animais, a necrofilia, que é relação sexual com defuntos… Quer dizer, qual a lei que o juiz vai obedecer? Qual será a interpretação dele?

Mas isso que o senhor está citando é crime …
A lei maior se sobrepõe à menor. Vai ficar uma dúvida. O advogado do pedófilo vai poder pegar essa lei e alegar que essa é a opção sexual dele, que ele gosta de garoto de 9 anos de idade, de 2 anos. E aí? O juiz vai decidir como, se tem uma lei que diz que se você não respeitar a opção você é que é o criminoso? E o pedófilo deixa de ser criminoso. Olha que troço louco! Por exemplo, uma viúva pode dizer: “Meu defunto vai ficar aqui no prédio, eu quero viver com ele aqui mais dez anos, embalsamado. E o fedor entrando… A viúva pode levar um bode pra dentro do prédio, um jumento, até porque você só comete crime com animais silvestres e exóticos. Bode, jumento não estão nesse meio. Se isso for legalizado, como é que decide o juiz? São sutilezas. E essas pessoas que estão defendendo isso…

Mas, senador, será que não existe mesmo preconceito? Há, por exemplo, a questão da não contratação de homossexuais só por causa da orientação sexual…
Esse é outro absurdo. Se você não admitir um homossexual, cinco anos de cadeia. Se você demitir, sete. Se você não alugar seu imóvel, sete também. Dá problema de cadeia.

O senhor está dizendo que não será admitida a demissão de um homossexual se ele for incompetente?
Não vai! De jeito nenhum! E outra, se ele colocar o currículo na sua empresa, aí você se lascou. Você vai ter de admitir, se não vão ser sete anos de cadeia. Quer dizer, você pode demitir um negro, um índio, você pode demitir uma pessoa com deficiência. Você pode não alugar seu imóvel para um portador de deficiência que você não vai preso. Segundo o PL 122, se for um homossexual, aí você vai preso. Então, estão criando um império homossexual no Brasil, uma casta diferenciada em detrimento de uma grande maioria que não aceita isso.

Mas mesmo que o projeto tenha contradições, o senhor não teme que o acirramento dessa discussão possa aumentar os casos de violência contra homossexuais no país?
Não conheço essa violência que eles falam.

Mas e os casos registrados na Avenida Paulista, no centro de São Paulo?
Mas e a Cracolândia? E a Avenida Dom Pedro? E o Glicério, e a Praça da Sé, em São Paulo? Eu conheço a violência contra nordestinos, contra mendigos, contra meninos de rua, contra meninas de rua, que são violentadas, contra viciados. A violência que se faz quando se mata de fome milhares de famílias neste país, que são expostas ao relento. A violência é contra todos! Quem tem coragem de espancar ou matar um homossexual tem coragem de fazer isso com um idoso, um portador de deficiência. Não adianta trazer estatística, porque aí eu vou trazer mais estatísticas de gente que morreu no trânsito, atropelada por ricos. Por políticos bêbados, que se recusam a fazer [teste de] bafômetro]. Agora foi o [ex-deputado federal] Índio da Costa, antes foi o Aécio [Neves, senador], que não têm exemplo nenhum para dar a ninguém ? um foi candidato a vice-presidente e o outro, agora, quer ser presidente. E se recusam a fazer bafômetro? E os anônimos, vão cobrar o quê dos anônimos? Então quer dizer que não tem proteção para um indivíduo que ficou tetraplégico porque foi atingido por um indivíduo desse, bêbado, na avenida? Tem proteção pro outro, que, para se proteger, diz que não faz bafômetro. Morre gente no trânsito todo dia, gente fica tetraplégica todo dia. O Brasil é um país violento. O uso e o abuso de drogas, que é o adubo da violência, faz vítimas todos dos dias, e não são homossexuais. É só ver as ocorrências de mortos pelos hospitais e delegacias que você vai ver que 99% são pessoas estavam vindo do trabalho, foram assaltadas, e morreram. Ou o cara que morreu dentro da rave [festa eletrônica], foi assaltar e morreu. Ou o outro que morreu dentro da boca de fumo. Essa história de colocar a violência contra homossexual para criar polêmica, que é um casuísmo muito grande, essa não vale.

O senhor teme ser comparado com o deputado Jair Bolsonaro?
Não. Acho que o homem é a sua decisão, é o que ele defende. E cada qual tem o direito de defender o que quer e o que acredita.

O que o senhor acha do deputado Bolsonaro?
Eu o respeito, porque ele tem posição. Só não respeito quem não tem posição, quem é camaleão, que fica da cor da situação para tirar proveito. Agora, ele é um sujeito incisivo, duro. Eu não. Eu sempre respeitei os homossexuais. Os homossexuais pagam imposto, trabalham, tem muitos prestando serviços a esse país, e precisam do nosso respeito. Eu trabalho na recuperação de drogados há 30 anos, e está cheio de drogados homossexuais. Eu sempre os recebi. Eu sou presidente de um partido que, em meu estado, tem travesti.

O senhor acha que homossexualismo é questão de doença?
Eu não entraria nesse mérito. Eu sei que Deus criou macho e fêmea. Fulana está grávida de um menino ou de uma menina. Você não diz que fulana está grávida de um homossexual, não existe isso! Agora, se o homem, por conta da sua cultura, quer se envolver com outro homem, isso é velho! No capítulo 1º de Romanos, a Bíblia diz o seguinte: “Por que se inflamaram na sua homossexualidade?”. Eu sou um homem cristão, e acredito nos moldes de Deus, macho e fêmea. Eu não acredito [em desvios sexuais], vou lutar até o final. Esse Senado da República não vai criar um terceiro sexo.

O senhor está certo, então, de que o projeto não será aprovado?
Completamente certo. Eu estou inclusive propondo banir essas audiências públicas e sugerir que se coloque em votação. Bota pra votar. Vamos enterrar esse defunto de uma vez, jogar terra em cima dele. E, se quiserem, vamos discutir um texto genérico só pra dar satisfação à consciência.

Então o senhor não vai renunciar…
De jeito nenhum.

Transcrito do Portal: "O Verbo"

    


04 Jul 2011
Dedé Santana comemora 50 anos de carreira e lamenta: ?Estão esperando eu morrer para me homenagear?
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Dedé Santana vai comemorar se apresentando num circo, que leva seu nome, em São Gonçalo
Foto: Blenda Gomes / TV Globo

Dedé Santana dará início às comemorações de meio século de carreira, no próximo fim de semana, em São Gonçalo, com o circo que leva seu nome. Foi naquele município, sob a lona, que o humorista nasceu há 75 anos, fruto da união entre o Palhaço Picolino e a contorcionista Ondina Santana.

? É um circo nos moldes do que meu pai trabalhava, modesto. Na primeira parte, temos números com trapezistas, mágicos e malabaristas. Na segunda, faço um show de humor no estilo de “Os Trapalhões”, com pegadinhas ? conta o convidado desta semana do “Você entrevista”, que responde aos leitores curiosidades sobre sua trajetória nesses 50 anos.

É verdade que você formou com seu irmão Dino Santana a dupla Maloca e Bonitão? Pedro Ivo Nogueira Silva

Sim. O circo do meu pai foi onde tudo começou. Lá fui do globo da morte, fiz comédia e até drama. Fazia o Maloca e reclamava com meu irmão: “Mas você não é Bonitão. É feio pra caramba”. Fizemos três filmes, e o Dino foi meu verdadeiro professor.

Pensa em se aposentar? Izaias Silva

Nunca pensei. Só se o público não quiser mais me ver... Meu sonho é morrer trabalhando.

Em que igreja congrega? Paulo Neves

Terceira Igreja Quadrangular de Curitiba, mas não sou pastor. Ser pastor é um chamado de Deus, e eu não teria competência para isso.

Ganhou dinheiro fazendo cinema no Brasil? Qual foi o filme que você mais gostou de fazer? Luciana Amaral

Não ganhei dinheiro. Se fosse nos EUA, estaria milionário. Filme é como filho, dirigi vários, difícil escolher apenas um. “A filha dos Trapalhões” (1984) é um dos que gosto mais porque lembra minha carreira no circo. O mais engraçado foi “Robin Hood, o trapalhão da floresta” (1974).

O que acha da nova geração de humoristas? Marisa Lyra

Os meninos de “Os caras de pau” (Leandro Hassum e Marcius Melhem) dizem que se inspiraram nos Trapalhões e fico muito honrado. Gosto deles. Assisto ao “CQC”, e sou muito grato ao pessoal do “Pânico na TV”, que fez campanha para eu voltar à Globo. Eles são criativos, mas tenho restrições a algumas brincadeiras deles. Como um pai que puxa a orelha do filho, posso dizer que não gosto quando desrespeitam atores experientes.

Tem alguma frustração? Maria Sebastiana Luiza

Meu sonho era ser piloto de avião, fiz uns cursos, mas vim para o Rio, querendo fazer humor e cinema. Me realizei, mas, depois de tantos filmes, vejo que existem vários festivais de cinema pelo Brasil e nunca me convidaram para algum. Estão esperando eu morrer para me homenagear. Também tenho vontade de fazer um papel sério no cinema.

O que não tem graça? Lyan Frank

O crack. É uma droga que está acabando com famílias e com vários jovens.

Sente saudade do Mussum e do Zacarias? Luana Souza

Sinto muita falta dos dois. O Zacarias era meu conselheiro. A gente andava de braço dado.

Qual foi o motivo da sua saída de “Os Trapalhões”? Albânio Valério

Quando o Mussum morreu, “Os Trapalhões” acabaram. Eu e Renato fomos trabalhar em Portugal. Na volta, fui contratado para a fazer a “Escolinha do barulho”, na Record, e o Renato seguiu na Globo. Depois, fui trabalhar no circo do Beto Carreiro, e quando ele morreu, o Renato perguntou se eu não queria voltar para a Globo. Devo isso a ele, que foi pessoalmente pedir à direção a minha contratação.

Qual a melhor lembrança daquele tempo? Sandra Regina

Lembro do primeiro “Criança esperança”, que foi muito bonito. Ali pudemos ajudar muita gente, deficientes físicos, menores abandonados. Lembro também que as festas para receber Papai Noel no Maracanã lotado eram lindas demais.

O que faria se não fosse humorista? Maria Luiza Gomes

Não saberia fazer outra coisa. Deus me deu o dom de fazer as pessoas sorrirem, e sou muito agradecido por isso. Fui considerado o primeiro palhaço de cara limpa do Brasil. Por isso, estou comemorando minha carreira num circo simples, modesto, que lembra a minha origem.

Transcrito do Jornal: "Extra online"

    


04 Jul 2011
Aline Barros prepara um DVD infantil e conta que recuperou a voz por milagre
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Foto: Deizi Rezende/ Agência O Dia.

Rio - Rosto de anjo, corpo de menina. Aos 34 anos ? quase imperceptíveis ?, Aline Barros é um grande fenômeno da música gospel e não para. Depois de lançar o CD ‘Extraordinário Amor de Deus’ no início do ano e já ter vendido mais de 170 mil cópias do álbum, agora, grávida de cinco meses, ela prepara o CD e DVD ‘Aline Barros & Cia 3’, direcionado para o público infantil. O lançamento pela gravadora MK acontece em momento oportuno, outubro, mês das crianças.

Esse é o terceiro trabalho infantil da cantora, uma espécie de Xuxa da música evangélica. Aline já vendeu 290 mil DVDs voltados para os pequeninos. “Falar com criança é fantástico. Porque, quando elas gostam, gostam de verdade”, justifica ela.

De acordo com a Associação Brasileira de Produtores de Discos, Aline está entre os dez maiores vendedores de CD do País há pelo menos cinco meses. Também foi a primeira cantora do segmento gospel a ser indicada ? e premiada ? ao Grammy Latino, considerado o Oscar da música. Foram quatro indicações no total e ela levou o troféu para casa três vezes: em 2004, com o CD ‘Fruto de Amor’; e em 2007, com os discos ‘Aline Barros & Cia 1’ e ‘Caminho de Milagres’.

“Vemos o salto que a nossa música deu em termos de qualidade, abertura na mídia. Acho que participei diretamente disso. Fui, sim, uma das primeiras”, afirma ela, que participa frequentemente de programas de televisão e tem canções incluídas em trilhas sonoras de novelas. No folhetim ‘Duas Caras’, de Aguinaldo Silva, era dela a música-tema do núcleo religioso, o hit ‘Recomeçar’.
“Fui pela primeira vez à Globo quando eu tinha 16 anos, no programa da Xuxa. É uma responsabilidade grande, mas uma alegria maior ainda. Para mim, a música não é uma profissão, é uma missão. As pessoas matam por religião, não é isso que Deus quer”, defende.

A artista aposta em ideias lúdicas para a criançada. Dois lêmures, iguais ao rei Julien, do filme ‘Madagascar’, além de um macaquinho, interagem com a cantora levando mensagens de paz e amor. Ainda há a participação de 200 crianças na música ‘Junto e Misturado’, que fala sobre preconceito. “Foi um trabalho feito com muito carinho, desde a escolha do repertório aos músicos, pensamos em cada detalhe”, valoriza.

MILAGRE COM A VOZ

Aline, que também é pastora da Igreja Evangélica Internacional Zona Sul, diz que leva uma vida normal, logo, não é perfeita.

“Todo mundo tem problema, eu tenho os meus. Às vezes, enfrento situações complicadas e não sei como resolver”, confessa ela, que passou por maus bocados ao ficar quase sem voz, em 2004.

“Fiquei com apenas 5% da minha voz, a ponto de perdê-la. E fiquei temerosa, claro, o medo tenta dominar a gente. Mas não permiti. Chorei por dias no meu travesseiro, antes de dormir. Os médicos me deram seis meses até perder totalmente a voz”, detalha. Ela relata ainda que, depois de um mês, estava curada.

“Tive força, com muita dificuldade gravei uma música por dia, mas concluí o trabalho. O CD ficou pronto, foi um sucesso e ganhei meu primeiro Grammy”, comemora.

Transcrito do Jornal: O Dia online


04 Jul 2011
Envelhecimento terá ´cura´ daqui a 25 anos, diz cientista
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Se as previsões de Aubrey de Grey estiverem certas, a primeira pessoa a comemorar seu aniversário de 150 anos já nasceu. E a primeira pessoa a viver até os mil anos pode demorar menos de 20 anos para nascer.

Biomédico gerontologista e cientista-chefe de uma fundação dedicada a pesquisas de longevidade, De Grey calcula que, ainda durante a sua vida, os médicos poderão ter à mão todas as ferramentas necessárias para "curar" o envelhecimento, extirpando as doenças decorrentes da idade e prolongando a vida indefinidamente.

"Eu diria que temos uma chance de 50% de colocar o envelhecimento sob aquilo que eu chamaria de nível decisivo de controle médico dentro de mais ou menos 25 anos", disse De Grey numa entrevista antes de uma palestra no Britain´s Royal Institution, academia britânica de ciências.

"E por ´decisivo´ quero dizer o mesmo tipo de controle médico que temos sobre a maioria das doenças infecciosas hoje", acrescentou.

De Grey antevê uma época em que as pessoas irão ao médico para uma "manutenção" regular, o que incluiria terapias genéticas, terapias com células-tronco, estimulação imunológica e várias outras técnicas avançadas.

Ele descreve o envelhecimento como o acúmulo de vários danos moleculares e celulares no organismo. "A ideia é adotar o que se poderia chamar de geriatria preventiva, em que você vai regularmente reparar o dano molecular e celular antes que ele chegue ao nível de abundância que é patogênico", explicou o cientista, cofundador da Fundação Sens (sigla de "Estratégias para a Senilitude Programada Desprezível"), com sede na Califórnia.

TENDÊNCIA

Não se sabe exatamente como a expectativa de vida vai se comportar no futuro, mas a tendência é clara. Atualmente, ela cresce aproximadamente três meses por ano, e especialistas preveem que haverá um milhão de pessoas centenárias no mundo até 2030.

Só no Japão já existem mais de 44 mil centenários, e a pessoa mais longeva já registrada no mundo foi até os 122 anos.

Mas alguns pesquisadores argumentam que a epidemia de obesidade, espalhando-se agora dos países desenvolvidos para o mundo em desenvolvimento, poderá afetar a tendência de longevidade.

As ideias de De Grey podem parecer ambiciosas demais, mas em 2005 o MIT (Instituto de Tecnologia de Massachusetts) ofereceu um prêmio de US$ 20 mil para qualquer biólogo molecular que provasse que as teorias da Fundação Sens são "tão erradas que nem são dignas de um debate bem informado". Ninguém levou a bolada.

O prêmio foi instituído depois que um grupo de nove cientistas influentes atacou as teorias de Grey, qualificando-as de "pseudociência". Os jurados concluíram que o rótulo não era justo, e argumentaram que o Sens "existe em um meio-termo de ideias ainda não testadas que algumas pessoas podem considerar intrigantes, mas das quais outras estão livres para duvidar."

Fonte: Folha Online


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