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25 Abr 2011
Brasil é 3º país onde mais se crê em Deus, aponta pesquisa
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O Brasil foi o terceiro país em que mais se acredita em "Deus ou em um ser supremo" em uma pesquisa conduzida em 23 países.

A pesquisa, feita pelo empresa de pesquisa de mercado Ipsos para a agência de notícias Reuters, ouviu 18.829 adultos e concluiu que 51% dos entrevistados "definitivamente acreditam em uma ´entidade divina´ comparados com os 18% que não acreditam e 17% que não tem certeza".

O país onde mais se acredita na existência de Deus ou de um ser supremo é a Indonésia, com 93% dos entrevistados. A Turquia vem em segundo, com 91% dos entrevistados e o Brasil é o terceiro, com 84% dos pesquisados.

Entre todos os pesquisados, 51% também acreditam em algum tipo de vida após a morte, enquanto que apenas 23% acreditam que as pessoas param de existir depois da morte e 26% "simplesmente não sabem".

Entre os 51% que acreditam em algum tipo de vida após a morte, 23% acreditam na vida após a morte, mas "não especificamente em um paraíso ou inferno", 19% acreditam "que a pessoa vai para o paraíso ou inferno", outros 7% acreditam que "basicamente na reencarnação" e 2% acreditam "no paraíso, mas não no inferno".

Nesse mesmo quesito, o México vem em primeiro lugar, com 40% dos entrevistados afirmando que acreditam em uma vida após a morte, mas não em paraíso ou inferno. Em segundo está a Rússia, com 34%. O Brasil fica novamente em terceiro nesta questão, com 32% dos entrevistados.

Mas o Brasil está em segundo entre os países onde as pessoas acreditam "basicamente na reencarnação", com 12% dos entrevistados. Apenas a Hungria está à frente dos brasileiros, com 13% dos entrevistados. Em terceiro, está o México, com 11%.

Entre os que acreditam que a pessoa vai para o paraíso ou para o inferno depois da morte, o Brasil está em quinto lugar, com 28%. Em primeiro, está a Indonésia, com 62%, seguida pela África do Sul, 52%, Turquia, 52% e Estados Unidos, 41%.

CRIAÇÃO X EVOLUÇÃO

As discussões entre evolucionistas e criacionistas também foram abordadas pela pesquisa do instituto Ipsos.

Entre os entrevistados no mundo todo, 28% se definiram como criacionistas, acreditam que os seres humanos foram criados por uma força espiritual como o Deus em que acreditam e não acreditam que a origem do homem viesse da evolução de outras espécies como os macacos.

Nesta categoria, o Brasil está em quinto lugar, com 47% dos entrevistados, à frente dos Estados Unidos (40%). Em primeiro lugar está a Arábia Saudita, com 75%, seguida pela Turquia, com 60%, Indonésia em terceiro (57%) e África do Sul em quarto lugar, com 56%.

Por outro lado, 41% dos entrevistados no mundo todo se consideram evolucionistas, acreditam que os seres humanos são fruto de um lento processo de evolução a partir de espécies menos evoluídas como macacos.

Entre os evolucionistas, a Suécia está em primeiro lugar, com 68% dos entrevistados. A Alemanha vem em segundo, com 65%, seguida pela China, com 64%, e a Bélgica em quarto lugar, com 61% dos pesquisados.

DESCRENTES E INDECISOS

Entre os 18.829 adultos pesquisados no mundo todo, um total de 18% afirmam que não acreditam em "Deus, deuses, ser ou seres supremos".

No topo da lista dos descrentes está a França, com 39% dos entrevistados. A Suécia vem em segundo lugar, com 37% e a Bélgica em terceiro, com 36%. No Brasil, apenas 3% dos entrevistados declararam que não acreditam em Deus, ou deuses ou seres supremos.

A pesquisa também concluiu que 17% dos entrevistados em todo o mundo "às vezes acreditam, mas às vezes não acreditam em Deus, deuses, ser ou seres supremos".

Entre estes, o Japão está em primeiro lugar, com 34%, seguido pela China, com 32% e a Coréia do Sul, também com 32%. Nesta categoria, o Brasil tem 4% dos entrevistados.

Fonte: Folha Online

          


22 Abr 2011
Uma Vida em Metáforas
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(*) Carlos Bianchini

Se alguém tem dúvida a respeito de que Jesus foi completamente humano, que ouça a sua palavra em aramaico, sua vida se extinguindo na cruz: 

-- Eloí, Eloí, Lama Sabactâni? (Mateus 27.46). 

Exangue, impregnado do Antigo Testamento, a memória ainda guarda o salmo que aprendeu talvez na infância, que é o tempo de guardar poemas: 

-- Meu Deus! Meu Deus! Por que me abandonaste? (Salmo 22.1). 

Se alguém se sente abandonado, Jesus é seu antecessor.

Seu grito é um brado de identificação.

Essa identificação do divino com o humano é uma palavra de conforto, quando lemos o resto do evangelho de sua vida. O Abandonado foi abandonado até o fim (porque o cálice da morte lhe foi servido), mas foi resgatado no fim, quando não havia mais esperança humana alguma.

Feliz é aquele que se identifica com Jesus em seu sofrimento.

Feliz é aquele que se identifica com Jesus em sua ressurreição.

O sofrimento faz parte da nossa história. A esperança também.

Jesus, que perdera a conexão com o Pai, sentindo-se por Ele desamparado, agora restabelece o contato e ora.

Jesus é o mestre das histórias. Cada uma delas nos faz pensar em nossa própria vida.

Jesus é o mestre das parábolas. Cada uma delas conta a nossa própria história.

Jesus é o mestre das metáforas. Nem mesmo na agonia, do Getsêmani ao Gólgota, ele abandonou as metáforas. Numa delas, ora: "Pai, nas tuas mãos entrego o meu espírito” (Lucas 23.46)

Na verdade, não conseguimos falar das coisas mais importantes da vida sem o uso das metáforas. Não conseguimos falar sobre Deus, o Fundamento de nossa vida, sem o uso das metáforas.

Chamar Deus de "pai" é também uma metáfora, porque Ele não é um pai no sentido biológico da palavra.

Dizer que Deus tem "mãos" é uma metáfora, filha de nossa única maneira de falar dele, antropomorficamente.

Entregar o próprio espírito a Deus é afirmar-se pronto para morrer. Trata-se de uma metáfora da rendição, uma vez que Jesus, como também homem carnal, lutou para viver ("passa de mim este cálice" e "por que me abandonaste?"). Agora, ele se rende à vontade do Pai e se apresenta pronto para morrer. O maior sinal de obediência do mundo.

Jesus enfrentou o seu Getsêmani e dele saiu, vivo.

Jesus enfrentou o seu Gólgota e dele saiu, morto.

A história segue e ele sai vitorioso. Vivo, ressurreto do túmulo.

Também passamos pelo Getsêmani, mas, como o nosso lugar não é lá, somos dele libertados na sexta-feira.

Também passaremos pelo Gólgota, mas, como o nosso lugar não é lá, dele seremos retirados no domingo. No domingo da ressurreição.

Feliz Páscoa meu amado e minha amada.

*Carlos Bianchini é Pr. Missionário da Igreja de Nova Vida-Ministério Centro.  Jornalista e Apresentador de Telejornais da Rede Globo, TV Gaúcha (fundador de telejornais da TV Manchete e Record e seu apresentador). Muitos anos de atuação na Rádio Globo e Mundial. Voz padrão na Rádio Melodia FM-97.5. Publicitário e Radialista.  Palestrante Motivacional. Cerimonialista. Preletor da ADHONEP  Saiba mais...


20 Abr 2011
A Mensagem da Cruz
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*Carlos Bianchini

Muitos sabem que Jesus foi recebido com "palmas" (galhos e folhas de palmeiras) ao entrar na cidade montado em um jumentinho e que o mesmo povo que aplaudiu, também pediu para Ele ser crucificado. Muitos sabem. E todos sabem que Jesus Cristo morreu crucificado.

Muitos conhecem particularidades e minúcias da vida que viveu entre nós. Alguns até defendem teses tecendo mil comentários a respeito do fenômeno que foi Cristo. Em todos os momentos, principalmente no período da Semana Santa, a humanidade, quase por inteiro, celebra a sua morte. Encenações teatrais, filmes, reuniões, retiros, conferências ? enfim, os eventos mais diversos marcam a paixão, a vida, o ministério e a morte do homem que dividiu o tempo do mundo em dois tempos: antes e depois Dele. Mas, nesse momento de tanto emocionalismo, de tanta comoção, algumas perguntas necessitam ser feitas: o que o sacrifício de Jesus na cruz representa para nós? O conhecimento do gesto de Jesus na cruz traz alguma diferença no nosso dia-a-dia?  A morte de Jesus nos fez pessoas diferentes ou continuamos os mesmos?                                 

A questão vital é se tomar conhecimento de que nada do que Jesus fez foi gratuito. O menor dos seus gestos teve uma significação especial. E o evento no Monte do Calvário, com sua crucificação, morte e ressurreição, foi o fato mais extraordinário já acontecido até hoje na história do homem. Aliás, Jesus só rivaliza com ele próprio. Pois outro acontecimento que pode se ombrear em magnitude à sua morte e ressurreição é o seu nascimento, único até hoje ocorrido nas condições especiais em que ocorreu. Mas hoje o assunto é a sua morte; do nascimento de Jesus cuidaremos outro dia. O relato sobre como tudo se passou recai na leitura do livro de Lucas, capítulo 23, a partir do versículo 33. Ali, após ser crucificado, Jesus profere uma das sentenças de maior significado prático para as nossas vidas, ao dizer “Pai, perdoa-lhes, porque não sabem o que fazem”.

Nunca, jamais ? e em nenhum outro momento da história humana ? alguém manteve tamanha lucidez diante de uma realidade de tanto desconforto físico e tanta dor espiritual. Rejeitado, traído, cuspido, execrado, Jesus exalou amor até os minutos finais de sua vida. A humanidade O matava, porém Ele intercedia junto ao Pai em favor dos homens. Este gesto de Cristo deve ser seguido, praticado em todos os momentos de nossa vida. Afinal, se não perdoarmos a quem nos magoa, terminamos por transformar em acontecimento inútil o sacrifício de Jesus na cruz. Esta é, portanto, a primeira mensagem que Jesus nos envia da cruz ? daqueles dias até os dias de hoje: o perdoar em qualquer circunstância. Pelo seu gesto, o perdão é uma condicionante fundamental para um viver cristão, para todos aqueles que se dizem seguidores de suas idéias e detentores de seu legado espiritual.

Passemos agora ao versículo 46, do mesmo capítulo 33 de Lucas. Ainda na cruz, já exalando seus últimos minutos de vida, Jesus faz uma confissão surpreendente ? naquelas circunstâncias ? de fidelidade incondicional ao Pai, dizendo: “Pai, nas tuas mãos entrego o meu espírito”. O que é o espírito? A vida, a nossa essência, o nosso eu. Com a sua exclamação, Jesus queria dizer que o seu espírito, a sua essência Ele só entregaria ao Pai ? e a mais ninguém. O que isso significa? Comunhão total, absoluta com Deus, apesar do extremo sofrimento que estava enfrentando. Com seu gesto, Jesus nos remete à segunda mensagem da cruz: mantermos a comunhão com Deus em qualquer situação, mesmo nos momentos mais dolorosos. Será que é fácil? Não, não é. Daí a necessidade de não apagarmos da mente o cenário da cruz, local onde Jesus praticou comunhão e fidelidade a Deus em condições extremamente adversas.

Ao lado de Jesus dois homens também foram crucificados, conforme o mesmo Lucas capítulo 33, versículo 43. Numa delas, um homem ruma para a morte. De repente, de forma surpreendente, se volta para Jesus: “Mestre, lembra-te de mim quando entrares no teu reino”. Momento terrível para ele descobrir que Jesus era mestre, um título nobilíssimo naquele tempo, e proprietário de um reino. Noutra cruz, o Filho de Deus, também nas piores condições físicas, se volta para ele: “Filho, ainda hoje estarás comigo no paraíso”. Estranho momento para chamar um marginal de filho e lhe garantir a salvação, não é verdade? Aí está, então, a terceira mensagem da cruz: ao nos voltarmos para Jesus ? seja qual for a circunstância ? Ele nos garante a salvação, a morada com Ele no paraíso! Portanto, sem a aceitação e vivência dessas três mensagens, de que serve, para nós, o sacrifício de Jesus? Perdão, comunhão e salvação ? a verdadeira essência da cruz. Vamos vivê-la?  

 

*Carlos Bianchini é Pr. Missionário da Igreja de Nova Vida-Ministério Centro.  Jornalista e Apresentador de Telejornais da Rede Globo, TV Gaúcha (fundador de telejornais da TV Manchete e Record e seu apresentador). Muitos anos de atuação na Rádio Globo e Mundial. Voz padrão na Rádio Melodia FM-97.5. Publicitário e Radialista.  Palestrante Motivacional. Cerimonialista. Preletor da ADHONEP  Saiba mais...


20 Abr 2011
A Derrota Dos Anjos do Mal no Calvário
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Lançamento!
Livro: A Derrota Dos Anjos do Mal no Calvário
Autor: Moisés Martins, Publicação ano 2011
pela Shekinah Produções Editora
Dimensões: 11,5 x 18cm, 112 pgs.
Categoria: Jesus Cristo - Paixão
ISBN: 978-85-64180-01-7

  Esta belíssima obra de Moisés Martins é um instrumento eficaz para ajudar a todos quantos o lerem, a se libertarem de todo tipo de opressão, pecados, e angústias que lhes afligem a alma,  e se tornarem pessoas completamente livres, libertas, transformadas pelo poder libertador do sangue de Jesus Cristo vertido na cruz do calvário para abençoar a todo aquele que nEle crer.

    Este livro levará você a descobrir em Cristo (nas bênçãos oriundas do Calvário) como viver em constante vitória, completamente livre das garras do opressor, e é o melhor presente para você oferecer aos seus familiares, amigos e a todas as pessoas que, igualmente, precisam de libertação, e desta nova vida de vitória em Cristo!   

    Esta obra literária é uma leitura extraordinariamente esclarecedora sobre o evento mais crucial da história do planeta terra: a morte de Jesus Cristo no Calvário. De forma objetiva, simples e profunda, o autor discute ? com base bíblica e perspicácia pastoral ? teológica - o significado dessa morte redentiva e sua repercussão impactante no mundo espiritual, aniquilando o domínio das trevas, despojando principados e potestades, para livrar das garras do mal homens e mulheres que creem.

    O livro é um estudo prático de teologia, que desperta a consciência quanto ao fato de que a morte de Cristo é uma poderosa manifestação de vitória contra a força maligna dos anjos caídos.

      Ler este livro é entender um mistério fascinante e precioso.

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19 Abr 2011
Razões para Crermos em Deus
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Por:  A. Cressy Morrison
Ex-presidente da Academia de Ciências de Nova York

"NÓS AINDA ESTAMOS NO AMANHECER da era científica, e todo o aumento da luz revela mais e mais a obra de um Criador inteligente.

Nós fizemos descobertas estupendas; com um espírito de humildade científica e de fé fundamentada no conhecimento estamos nos aproximando de uma consciência de Deus.

Eis algumas razões para minha fé:

Através da lei matemática podemos provar sem erro que nosso universo foi projetado e foi executado por uma grande inteligência de engenharia.

Suponha que você coloque dez moedas de um centavo, marcadas de um a dez, em seu bolso e lhes dê uma boa agitada.

Agora tente pegá-las na ordem de um a dez, pegando uma moeda a cada vez que você agita o bolso.

Matematicamente sabemos que a chance de pegar a número um é de um em dez; de pegar a um e a dois em seqüência é de um em 100; de pegar a um, dois e três em seqüência é de um em 1000 e assim por diante; sua chance de pegar todas as moedas, em seqüência, seria de um em dez bilhões.

Pelo mesmo raciocínio, são necessárias as mesmas condições para a vida na Terra ter acontecido por acaso.

A Terra gira em seu eixo 1000 milhas por hora no Equador; se ela girasse 100 milhas por hora, nossos dias e noites seriam dez vezes mais longos e o Sol provavelmente queimaria nossa vegetação de dia enquanto a noite longa gelaria qualquer broto que sobrevivesse.

Novamente o Sol, fonte de nossa vida, tem uma temperatura de superfície de 10.000 graus Fahrenheit, e nossa Terra está distante bastante para que esta "vida eterna" nos esquente só o suficiente!

Se o Sol desse somente metade de sua radiação atual, nós congelaríamos, e se desse muito mais, nos assaria.

A inclinação da Terra a um ângulo de 23 graus, nos dá nossas estações; se a Terra não tivesse sido inclinada assim, vapores do oceano moveriam-se norte e sul, transformando-nos em continentes de gelo.

Se nossa lua fosse, digamos, só 50.000 milhas mais longe do que hoje, nossas marés poderiam ser tão enormes que duas vezes por dia os continentes seriam submergidos; até mesmo as mais altas montanhas se encobririam.

Se a crosta da Terra fosse só dez pés mais espessa, não haveria oxigênio para a vida.

Se o oceano fosse só dez pés mais fundo o gás carbônico e o oxigênio seriam absorvidos e a vida vegetal não poderia existir.

É perante estes e outros exemplos que NÃO HÁ UMA CHANCE em um bilhão que a vida em nosso planeta seja um acidente. É cientificamente comprovado, o que o salmista disse:  "Os céus declaram a Glória de Deus e o firmamento as obras de Suas mãos."

Fonte: Site do Pastor

 


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