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08 Mar 2011
Sou Brasileiro. Cristão e amo estratégias inteligentes.
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(*) Carlos Bianchini

Rio de Janeiro, 28 de Fevereiro de 2011, Estação Carioca do Metrô, 13 horas. Tinha acabado de comprar minha passagem para a Tijuca, com o propósito de visitar o meu amigo, Pr. Martinho Lutero, da Ig. de Nova Vida e me dirigia para o embarque. De repente um som de bateria de escola de samba dentro da Estação. Um som contagiante. As pessoas começaram a se agrupar para ver “o bloco passar”. O som chamou a nossa atenção, coisa das nossas raízes. Não tenho simpatia por essas manifestações mas, é íntimo meu.O grupo que produzia esse som começou a aparecer. Logo à frente dele um batalhão de repórteres (jornais, rádios, revistas e televisões).    

O bloco veio conduzido por Carlinhos de Jesus, muito concentrado em seu papel, ao lado de uma porta-bandeira. A bateria era um pequeno extrato da Beija-Flor de Nilópolis. Apesar de pequena, não houve quem não interrompesse a sua trajetória para assisti-la. Muitos não conseguiram ficar parados. Imediatamente pensei: “Isso só acontece no Brasil, é coisa nossa, mas dentro do Metrô, somente no Rio de Janeiro. Nunca tinha visto isso”. Em outros países isso não existe, e quando os “gringos” ouvem esse som, ficam totalmente contagiados e não param de se mexer. Mexe também com a gente daqui da “Terra Brasilis”.                                       

Descobri que sou brasileiro, que minhas raízes estão aqui, e que as coisas da minha terra (boas e más) mexem comigo, me emocionam e também me entristecem. As pessoas que faziam parte deste “bloco” vinham distribuindo um “abanador” de papelão para o público presente, o qual continha os seguintes dizeres: “Tá Na Hora de Doar! ? Bloco da Solidariedade ? Entre nessa folia ? Doe sangue no INCA ? Instituto Nacional do Câncer”.                                                        

Fiquei novamente emocionado: primeiramente por ter sido contagiado pelo ritmo da minha terra e segundo porque essa apresentação tinha um propósito maior ? servir ao próximo, servir ao necessitado, servir ao doente. Jesus disse: “os sãos não necessitam de médico, mas, sim, os que estão doentes; eu não vim chamar os justos, mas, sim, os pecadores ao arrependimento”. (Marcos 2:17)  

Aquele bloco buscou atingir todas as pessoas que estavam na Estação do Metrô, não fizeram acepção de pessoas e as convocou para um propósito maior. Disse Jesus: “Vinde após mim, e eu vos farei pescadores de homens” (Mateus 4:19); não somente pescadores, mas com o propósito maior de serem pescadores de homens. Fazendo um paralelo com o pessoal do bloco, podemos usar os nossos recursos e capacidades, onde estivermos, para testemunhar e anunciar Jesus. Alguns poderão dizer: agiram assim para conseguir o intento deles. Botar o bloco no Metrô e divulgar o Carnaval. Pode até ser... Mas, tudo na vida é benefício de Deus.         

Com certeza você já ouviu de alguém que as pessoas de outros países, principalmente do chamado Primeiro Mundo, são “frias”. A cultura afeta a forma de agir das pessoas, mas elas continuam sendo pessoas com necessidade de Deus. Podem até assumir que não, mas também já foi dito que o homem tem um buraco em seu peito do tamanho de Deus; só Ele pode preenchê-lo.           

Lançar a semente cabe a nós. Outros irão regar e outros irão colher os resultados desse trabalho. Como comentou o Apóstolo Paulo: “eu plantei, Apolo regou, mas Deus é quem fazia crescer” (1 Coríntios 3:6) e também: “O que planta e o que rega têm um só propósito, e cada um será recompensado de acordo com o seu próprio trabalho.”  (1Co3:8).  

A obra não é nossa, é de Deus. Ele nos permite ser instrumentos nos seus planos e projetos. Ajudar as pessoas também cabe a nós. Criar situações para servir também. E fazer tudo isso com vibração, com emoção. Como então servir sem a existência de voluntários? Seja um voluntário na obra do Senhor, procure oportunidades para participar e servir. Você irá descobrir outras maneiras para compartilhar e testemunhar de Jesus.

Há um ditado que eu considero muito interessante: “Quem não vive para servir, não serve para viver." (Adolpho Bloch)                                                                  

Martin Luther King Jr. disse: “Se um homem não descobriu algo pelo qual ele deva morrer, ele não está preparado para viver”. Perguntemo-nos: o que é tão importante para mim que eu gostaria morrer por isso? Pensemos nisso. 

*Carlos Bianchini é Pr. Missionário da Igreja de Nova Vida-Ministério Centro.  Jornalista e Apresentador de Telejornais da Rede Globo, TV Gaúcha (fundador de telejornais da TV Manchete e Record e seu apresentador). Voz padrão na Rádio Melodia FM-97.5. Publicitário e Radialista.  Palestrante Motivacional. Cerimonialista. Preletor da ADHONEP  Saiba mais...


03 Mar 2011
Lidere Brasil, lança de forma pioneira, o projeto de Recuperação ONLINE do Projeto Um Milhão de Líderes
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Mantendo a sua característica inovadora, a Lidere Brasil lança, neste começo de março de 2011, em parceria com o INSTITUTO FFL, o seu Projeto de Ensino à Distância.

O projeto vem sendo pensado e elaborado há cerca de 6 meses e está sendo inaugurado com os eventos de recuperação do Projeto Um Milhão de Líderes.

Através de uma plataforma de EAD, qualquer pessoa com uma conexão de banda larga com a internet, poderá assistir, no conforto de sua casa ou escritório, os eventos de recuperação dos módulos que faltou no Projeto UML, a fim de que esteja capacitado a realizar o último módulo e concluir a sua formação.

Clique aqui e saiba como realizar as aulas.

Fonte: Portal "LIDERE" - Projeto "Um Milhão de Líderes"

    


23 Fev 2011
No Carnaval Muitos Tiram a Máscara
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(*) Carlos Bianchini

Quero falar em trocar a máscara da face.

Tempo de Carnaval. Excessos, erotismo, sensualidade, desequilíbrio, bebedeiras... depois, arrependimento...é sempre assim!

Nós precisamos muitas vezes tirar de nosso rosto “as máscaras” que acumulamos durante o tempo em que vivemos. Para tirarmos  “essas máscaras” acabamos também arrancando um pedaço de nós mesmos. Muitas pessoas que usam máscaras, vivem fingindo ser felizes, ou até se transformam em outras pessoas,  que não são elas próprias,  para alcançarem “coisas” materiais ou até mesmo para serem amadas. São pessoas que sempre querem provar que são perfeitas. Não querem entrar em confronto com a realidade daquilo que elas são verdadeiramente.

É uma bobagem fingir para Deus.

Não adianta se esconder atrás da “máscara”, porque um dia a verdade vai aparecer diante de todos. É inútil fingir.

JESUS se fez “gente”, chorou, viveu aqui na terra como homem,  trabalhou, foi injustiçado, sofreu muitas humilhações, e até morreu na cruz, e os “mascarados”, querem ao contrário, se fazer de importantes,  de “deuses”, achando que são perfeitos.

O amor deve vir e ser, pelo que a pessoa é, e não pelo que a pessoa faz ou representa.

Desde a infância muitos  fingem ser alguém, para serem amados e não conseguem mais mudar com o tempo. Esse engano  é uma “máscara” que um dia vai cair e não adianta ir por esse caminho.

Deus abomina a hipocrisia. “...pela hipocrisia de homens que falam mentiras, tendo cauterizado sua própria consciência” lª Tm.4:2

Em Lucas 12:1-3 Está escrito...

Acautelai-vos, primeiramente, do fermento dos fariseus, que é a hipocrisia.  Nada  há encoberto que não haja de ser descoberto: nem oculto, que não haja de ser sabido. Portanto tudo o que em trevas dissestes à luz será ouvido: e o que falastes ao ouvido no gabinete sobre os telhados será apregoado."

JESUS condena a hipocrisia e adverte para nos precavermos contra esse pecado. Fingir ser aquilo que não somos, por exemplo, fingir que somos cristãos verdadeiros, quando na realidade, temos pecados ocultos de imoralidade, cobiça, praticamos excessos, erotismo, sensualidade, desequilíbrio moral ou até mesmo de crer em outros “deuses”, isso só serve para os hipócritas e enganadores.Isso só demonstra que viver na mentira , faz a pessoa ser um aliado do “enganador”. Tudo aquilo que é feito secretamente será descoberto na vida ou certamente no dia do juízo. A hipocrisia é um sinal que a pessoa não teme (respeito) a Deus. 

Quem tiver alguma “máscara”, essa é a hora de lavar o rosto com a “ Água da vida”,  pedir perdão pelos  pecados ocultos, receber o fluir regenerador e a graça do Espírito Santo sobre a sua vida e alimentar-se do “Pão da vida”.

O melhor nesse Carnaval é tirar a máscara. Sem a “máscara”  você terá  uma “nova pele” sobre seu rosto, que vai brilhar e produzir “Luz de JESUS”,  para todos que o rodearem e para você mesmo. Viva com a FACE LIMPA... e verdadeiramente alegre em qualquer época do ano, perante o Senhor.

*Carlos Bianchini é Pr. Missionário da Igreja de Nova Vida-Ministério Centro.  Jornalista e Apresentador de Telejornais da Rede Globo, TV Gaúcha (fundador de telejornais da TV Manchete e Record e seu apresentador). Voz padrão na Rádio Melodia FM-97.5. Publicitário e Radialista.  Palestrante Motivacional. Cerimonialista. Preletor da ADHONEP  Saiba mais...


19 Fev 2011
O Pai Nosso. O Nosso Pai Eterno
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(*) Carlos Bianchini

Quando os discípulos de Jesus perceberam que ele era, de fato, o enviado de Deus, pediram-lhe que lhes ensinasse a orar de maneira eficiente. Jesus Cristo então lhes ensinou a oração do Pai-Nosso.(* )

A oração do Pai-Nosso não é uma reza miraculosa para ser repetida como se fosse um “abracadabra”. Na verdade, considero-a como um modelo de petição. É como um formulário a ser preenchido com as nossas próprias palavras para nos relacionarmos com Deus de forma sensata e realmente produtiva.

Analise comigo a meditação abaixo para entender como ser feliz durante suas orações. Observe o significado de cada frase, separadamente:

1o  “PAI NOSSO, que estais no céu, santificado seja o vosso nome;...”  Esta parte inicial deixa claro que toda oração deve ser dirigida exclusivamente ao Deus Criador, (ao Pai), que está no céu. A Bíblia não fala em netos. Fala em filhos. Segundo a Bíblia, a palavra “santificado” significa: separado, diferenciado, exclusivo e de forma inconfundível. Logo, toda oração deve ser encaminhada diretamente ao Deus Criador. Isso quer dizer que não convém endereçarmos a personalidades históricas tentando bajulá-las com "jeitinho brasileiro". Suborno, corrupção e pistolão, só "funcionam" na sociedade secular. No relacionamento com Deus esse tipo de tentativa não é indicado.

2o  “... venha a nós o vosso reino;...”  Aqui, Jesus Cristo usou a palavra “reino” porque, naquela época, a maioria dos povos só conhecia organizações do tipo “reinado” (um rei e seus súditos). Nos dias de hoje as "sociedades" são mais comuns (governantes e cidadãos). Portanto, a expressão reino de Deus quer dizer sociedade de Deus, critérios sociais estabelecidos e administrados por Deus. Logo, nesta parte da oração Jesus Cristo nos ensina que não devemos inventar leis de nós mesmos. Precisamos praticar as leis de Deus (Seus mandamentos) para sermos cidadãos do seu reinado e termos direito a petições. Se todos nós cumpríssemos verdadeiramente os dez mandamentos, não precisaríamos de códigos civil ou penal.

3o  “... seja feita a vossa vontade, assim na terra como no céu”.  Nesta parte Jesus deixa claro que: mesmo nos tornando cidadãos do reino de Deus, não podemos fazer projetos a revelia. Temos que nos adaptar aos critérios de Deus e nos conformar com o que Ele nos permitir. Só assim seremos, de fato, bem-aventurados (bem-sucedidos) em tudo o que fizermos.

4o  “O pão nosso de cada dia nos dai hoje;...”  Aqui, o vocábulo “pão” significa suprimento, alimento, vestimentas, etc. Nesta parte Jesus ensina que não adianta pedir a mais com o intuito de estocar. Deus só concede o que necessitamos de imediato, o amanhã é outro dia e não adianta pedir com antecedência. (Provavelmente para não descuidarmos com o que já temos nem desperdiçarmos).

5o  “... perdoai-nos as nossas ofensas [dívidas], assim como nós perdoamos aos que nos ofenderam [aos nossos devedores];...”  Nesta parte fica evidente que, se estamos em débito com Deus, precisamos pedir o perdão destas dívidas (destas ofensas) para que, estando sem débitos, Deus nos conceda aquilo que desejamos. Note, entretanto, que existe uma precondição para que Deus nos perdoe e, consequentemente, nos atenda. A precondição é sermos capazes de perdoar os que estão em débito conosco também (aos que tenham nos ofendido), de modo a alcançarmos o perdão de Deus e recebermos aquilo que desejamos. Difícil, mas não impossível.

6o  “... e não nos deixeis cair em tentação, mas livrai-nos do mal”.  Aqui, Jesus Cristo comenta que o mal e as tentações existem de verdade. A melhor maneira de nos proteger é seguir os ensinamentos de Deus pedindo a Ele frequentemente que nos proteja e nos salve do "predador" da humanidade (mais conhecido como diabo, satanás, capeta, belzebu, maldito e por aí vai).

Neste modelo de oração Jesus ensina todos os aspectos que devemos considerar para nos relacionar corretamente com Deus. As pessoas que encaminham suas rezas e orações a personalidades históricas, ainda que próximas de Deus, normalmente não obtêm os resultados desejados. Grande parte das pessoas do Norte e Nordeste, por exemplo, apesar de muito rezar não tem alcançado os objetivos desejados. Infelizmente, a dor e a miséria continuam predominando naqueles lugares. Inúmeras vezes nos demonstramos muito “espirituais” sem ações “materiais” e o povo sofre. Portanto, os cristãos mais esclarecidos da sociedade brasileira precisam ajudar a estas pessoas, que já têm fé, a entender tais coisas e usá-la de forma eficiente e com mais sabedoria.

O Pai não é somente meu e sim, nosso. Aba Pai (paizinho) Pai Nosso!

______________________________________
* Pai-Nosso - Oração extraída da Bíblia Sagrada em Mateus, cap. 6, vers. 9 a 13.

*Carlos Bianchini é Pr. Missionário da Igreja de Nova Vida-Ministério Centro.  Jornalista e Apresentador de Telejornais da Rede Globo, TV Gaúcha (fundador de telejornais da TV Manchete e Record e seu apresentador). Voz padrão na Rádio Melodia FM-97.5. Publicitário e Radialista.  Palestrante Motivacional. Cerimonialista. Preletor da ADHONEP  Saiba mais...


17 Fev 2011
Licença do Carnaval
0 Comentários - Comentar  ::  Categoria: Crônicas da Vida

(*) Carlos Bianchini

Pela internet, recebi, de pessoa que não conheço, a seguinte solicitação: "Gostaria que me indicasse uma fonte que possa me esclarecer sobre significado (dito pernicioso pelos cristãos) a respeito do carnaval e sua história".

Resolvi encarar eu mesmo o assunto, já que considero pernicioso o carnaval, que, de tão arraigado, impede que o ano comece antes do seu fim na quarta-feira de cinzas ? e que cinzas!

Para começar, preciso devolver a pergunta: o que é o carnaval? Um feriado? Um período em que as pessoas dançam livremente nas ruas? Um tempo reservado para o espetáculo das escolas de samba? Um período em que o corpo é liberado de qualquer amarra na busca do prazer?

Em minha resposta, tomarei a Bíblia, mas não citarei nenhum texto específico.

1. Se o carnaval for um feriadão, nada tem em si de pernicioso. Pernas para o ar, que ninguém é de ferro. Um período para o descanso é sempre bem-vindo. Ao mesmo tempo, precisamos considerar o preço pago pelo País por este tipo de calendário que põe para fevereiro/março  o ano que deveria começar período antes.

2. Se o carnaval for um tempo propício para a arte por meio dos desfiles das escolas de samba, não há como escapar à pergunta sobre quem está por trás do espetáculo.

O carnaval pode ser visto, portanto, como um espetáculo, nas pistas ou nas telas da televisão. Sem dúvida, é um espetáculo bonito, mesmo que repetitivo.

E o que se vê, pelo menos nos sambódromos do Rio de Janeiro e de São Paulo segundo as luzes da televisão?

Veem-se cor, movimento e harmonia. A televisão mostra também corpos seminus ou, mesmo, nus, indicando que a liberdade de usar e exibir o corpo está ali presente, também numa forma de licença.

Não se vê quem patrocina a festa toda, bastante cara pelo seu gigantismo desde o seu preparo. Parte do dinheiro vem do poder público (municipal ou estadual), em sua estratégia de apoiar as manifestações culturais ou de dar circo ao povo, dependendo do ângulo de visão; parte vem dos ingressos (que voluntariamente as pessoas pagam, mesmo que caros) e parte vem de outro tipo de fonte, associada a práticas postas fora da lei por perniciosas.

Não se pode ver o espetáculo dos dias de carnaval sem o sistema que o precede. Os ensaios são espaços de deificação do corpo, como nos festejos de rua. São também tempos de licença para práticas não propriamente culturalmente ricas.

3. Se o carnaval for um período em que o corpo está liberado para o frenesi, com relacionamentos fugazes que acabam na quarta-feira, deve ser pensado em suas consequências, incluindo-se aí as danças ao ar-livre (como em algumas capitais do nordeste) que duram dias e noites sem parar. 

Aprendemos na Bíblia que somos o nosso corpo. Não temos um corpo. Nós somos o que o nosso corpo faz. A teologia bíblica do prazer, portanto, inclui a dimensão de que devemos prestar contas do que somos. Entendemos que somos criações de Deus. Nosso prazer deve ser desenvolvido em meio à verdade. O prazer que lança mão da mentira para se realizar não agrada a Deus, e um cristão vive primeiro para agradar a Deus desfrutando o que em vida tem de bom e santo.

Não agrada a Deus quem se diverte sem pensar nas circunstâncias. Não agrada a Deus quem se diverte pelas mãos do alcoolismo ou da droga. Não agrada a Deus quem vive como se o mundo fosse acabar no dia seguinte. Não agrada a Deus quem busca o relacionamento sexual fácil, mesmo que consentido, com muito prazer e nenhum amor.

(Uma vez me vi numa cidade toda carnavalizada. Minha pergunta, enquanto me desviava de pessoas incômodas, foi: "existiria carnaval sem álcool?" Todas as pessoas tinham copos com bebidas alcoólicas na mão. Que festa é essa?)

Em nenhum momento na Bíblia, pela qual procuramos pautar (falhando e acertando, acertando e falhando) nossas vidas, temos licença para pecar (errar o alvo). Não há intervalos para o nosso compromisso de procurar sempre fazer o que é justo e correto.

Portanto meditemos no assunto...

*Carlos Bianchini é Pr. Missionário da Igreja de Nova Vida-Ministério Centro.  Jornalista e Apresentador de Telejornais da Rede Globo, TV Gaúcha (fundador de telejornais da TV Manchete e Record e seu apresentador). Voz padrão na Rádio Melodia FM-97.5. Publicitário e Radialista.  Palestrante Motivacional. Cerimonialista. Preletor da ADHONEP  Saiba mais...


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