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11 Fev 2011
Quem Tem Paz?
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(*) Carlos Bianchini                    

        Um dos grandes problemas na vida das pessoas, nos dias atuais, é a falta de paz. Ah, como tem gente que não conhece o que é ter paz! Até porque tudo ? ou quase tudo ? que ocorre em suas vidas contribui para a falta de paz. Este, por sinal, é um problema de ordem universal, que atinge pessoas de todos os lugares, de todas as religiões, todas as raças, ideologias e todas as condições sociais. E o mais interessante é que, nós seres humanos desejamos a paz, clamamos por paz, buscamos a paz, almejamos pela paz ? mas não sabemos como construí-la, como alcançá-la. A mesma falta de paz que acarreta problemas na esfera individual também afeta a área coletiva. Como alguns indivíduos, isoladamente, não conseguem atingir um salutar estágio de paz, comunidades inteiras, países inteiros também padecem do mesmo mal, vivendo um exagerado e elevado patamar de ansiedade e conflitos que sempre deságuam na ausência de paz.

        Segundo o dicionário dos homens, paz é a ausência de conflitos, de lutas, violências ou perturbações sociais. Também significa sossego, descanso, tranquilidade, concórdia, harmonia. Como se vê, não deixa de ser interessante e alvissareiro o conceito, a definição de paz segundo a ótica dos homens. Aliás, respeito muito esse conceito, esse significado de paz segundo a visão humana. Mas prefiro a paz segundo o conceito de Deus. Este, nos introduz num contexto bem mais amplo, profundo e abrangente do que, realmente, significa a paz. O termo vem do hebraico “shalom” e tem um sentido tão amplo que em nenhum outro idioma pode ser expresso através de um só vocábulo. Originalmente, paz significa estar completo, estar são, estar bem em todos os sentidos, ser próspero (próspero não é ser rico) e feliz. Ter saúde, alegria, vida digna demonstrada através do perfeito equilíbrio entre a necessidade e a provisão.  Há pessoas que consideram prosperidade ter dinheiro para comprar qualquer coisa que quiserem, beber muito álcool, ser libertino, grosseiro, fazer e dizer o que quiser e sempre “cobrar” dos outros, ser o feitor no trabalho e na família. Ledo engano...    

        Portanto, paz é o completo bem-estar traduzido no seu mais profundo significado: paz com Deus, paz conosco e com os nossos semelhantes. Na Bíblia há um trecho que bem demonstra a profundidade do termo, através de um dos textos do apóstolo Paulo (2 Ts:3-16) que diz: “Ora, o Senhor da Paz, ele mesmo, vos dê continuamente a paz em todas as circunstâncias”. Nessas simples palavras de despedida, escritas numa carta endereçada aos cristãos de Tessalônica, Paulo chega ao âmago da questão quando recebe a revelação de Jesus Cristo “o Senhor da paz”. Está aí, portanto, o grave equívoco cometido por grande parte da humanidade quando tenta, fora do contexto construído por Jesus, encontrar a paz. Ora, a paz não é atributo de homens! A paz é um dom de Deus que se expressa em Jesus. Afinal, não foi ele quem nos garantiu “Eu vos dou a minha paz?”

        Então, porque buscar a paz fora de Jesus? Em outra ocasião, logo após a ressurreição, ao aparecer aos discípulos, antes de falar qualquer coisa, Jesus disse: “A paz seja convosco”. Pois era exatamente de paz o que mais seus seguidores precisavam naquele momento. Estavam trancados, atemorizados após a crucificação de Jesus, sem saber o que poderia lhes acontecer da parte de Roma e dos poderosos sacerdotes judeus. Jesus sabia do temor que se apossara de todos eles e ministrou-lhes, de início, a paz. A paz que equilibra, que acalma, que acalenta. Hoje, do mesmo modo que naquele tempo, o temor, a insegurança, a ansiedade se apossam das pessoas infernizando suas vidas, tirando-lhes o sono e apequenando-lhes a qualidade de vida, no lar e na vida profissional. Para estas, Jesus continua a oferecer a paz, a Sua paz, a “que excede todo o entendimento”. Por sinal, agora, nesse momento, você está em paz? E eu? Precisamos treinar para alcançarmos a paz verdadeira.

        Que a paz de Cristo esteja com você.

*Carlos Bianchini é Pr. Missionário da Igreja de Nova Vida-Ministério Centro.  Jornalista e Apresentador de Telejornais da Rede Globo, TV Gaúcha (fundador de telejornais da TV Manchete e Record e seu apresentador). Voz padrão na Rádio Melodia FM-97.5. Publicitário e Radialista.  Palestrante Motivacional. Cerimonialista. Preletor da ADHONEP  Saiba mais...


06 Fev 2011
O Veneno da Áspide
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(*) Carlos Bianchini

           Áspide é um termo originado do grego “aspis” que significa serpente, víbora. Uma cobra, afinal. Que, mesmo de pequeno porte, é portadora de veneno tremendamente letal.
          Ao longo da história, sua participação na vida de personalidades estabeleceu um cunho extremamente dramático, em vários episódios, à sua existência.
           Cleópatra, por exemplo, matou-se abraçada a um desses animais para usurpar a Otávio o prazer de vê-la, algemada e enjaulada, desfilando pelas ruas de Roma nas comemorações do Triunfo, evento que marcava o apogeu, o extremo da glória dos conquistadores romanos.
            Lucrécia Bórgia, assim nos narra a crônica dos tempos feudais, matou vários de seus maridos valendo-se dos “prestativos serviços” dos seus escorregadios executores. Se não ao vivo, através de picadas fatais, pelo menos indiretamente, através do veneno que, retirado de tais animais, ela se utilizava.
            E porque morriam os adversários de Cleópatra e Lucrécia Bórgia? Pergunta boba, não é verdade? Mas, vá lá, respondamos o óbvio. Porque seus corpos eram contaminados, completamente tomados pelo veneno das serpentes. É nesse ponto que quero me ater, me aprofundar. Jesus certa vez, falando aos discípulos, externou a importância de nos mantermos firmes em nossas convicções, em nossas posições diante da vida. Estas podem ser religiosas, políticas, esportivas, familiares, empresariais ? desde que mantenhamos a fé. No livro de Marcos, por exemplo, capítulo 16, versículos 17 e 18, nos assegura: “Estes sinais hão de acompanhar aqueles que creem: em meu nome, expelirão demônios; falarão novas línguas; pegarão em serpentes; e, se alguma coisa mortífera beberem, não lhes fará mal algum”. (Pena que os adversários de Cleópatra e Lucrecia Bórgia não chegaram a ter conhecimento dessa palavra!).
            Assim, se creem firmemente, se estão convictos, veneno algum poderá lhes fazer mal. Mas será que alguém poderá resistir, do ponto de vista físico, ao efeito do veneno de serpentes? Talvez não. Mas o termo utilizado por Jesus para serpente, ou áspide em outras traduções, não está restrito apenas ao mundo dos ofídios. Está relacionado sobremodo ao ofidiário humano. O que matou de antemão os adversários de Cleópatra e Lucrécia Bórgia foi o consumo da sedução das duas, das possibilidades que os homens viram, nelas, de arrancar-lhes grandes vantagens ? ou, no mínimo, excitantes prazeres. A morte física constituiu-se, assim, em redundante consequência da proximidade que passaram a se permitir. Pois beber do veneno da sedução, no caso o envolvimento com as duas, implica quase sempre em morte. Daí, que é bom ir logo se perguntando: Será que não estou, nessa vida, muito próximo de serpentes?
            Pessoas com concepções perigosas de vida; situações traumáticas que nos asfixiam; modismos de conceitos ardilosos; sofrimentos, ódios, amarguras, fortes decepções, são realidades que nos envolvem e que ambicionam nos conquistar pelo contágio, pela inoculação lenta e contínua do veneno em nossas veias. Na verdade, vivemos num verdadeiro ofidiário, composto por situações que tentam nos corromper e por pessoas que tentam nos contaminar, não sendo fácil, portanto, resistir a tanto veneno. Mas Jesus nos dá o caminho para permanecermos imunizados: o caminho da fé. Nele. É o que nos garante ao dizer que os que creem pegarão em serpentes (pessoas) e beberão coisas mortíferas (notícias, informações, guerras, violências, corrupção, modismos), mas nenhum mal lhes acontecerá. Olhemos à nossa volta. Será que não dá para ouvir o sibilar das serpentes? Ssssssssssss!!! Quantas pessoas, formadoras de opinião, caem no sibilar dos ofídios...quantas... empresários, doutores, cantores, artistas, juízes, atletas, professores, políticos, sacerdotes, muitos e muitos...Tem serpente em todos os lugares. Veja um outdoor, leia um jornal ou uma revista, olhe a frente de uma banca de revistas, ligue a TV ou certas emissoras de Rádio, veja o Carnaval...Tudo em nome da diversão e por aí vai... Muita serpente... Quanta bebida mortífera! Olha a fé! Firmes na fé!!!

*Carlos Bianchini é Pr. Missionário da Igreja de Nova Vida.  Jornalista e Apresentador de Telejornais da Rede Globo, TV Gaúcha (fundador de telejornais da TV Manchete e Record e seu apresentador). Voz padrão na Rádio Melodia FM-97.5. Publicitário e Radialista.  Palestrante Motivacional. Cerimonialista. Preletor da ADHONEP Saiba mais...


03 Fev 2011
A Salvação na Otica de Deus
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(*) Carlos Bianchini

Por mais simples e singelo que o significado do termo “salvação” represente para nós, dificilmente o ser humano comum, e o convertido a Jesus Cristo em particular, alcançarão a real dimensão do que Deus quer para nós ao nos brindar com a sua salvação. Comecemos pelo que a palavra representou para povos antigos. O termo vem do latim “salvare” e “salus”, que significam, respectivamente, “salvação” e “saúde”. Ou seja, um estágio, digamos assim, que contempla o homem com o bem-estar espiritual e o conforto físico. Já no hebraico a raiz da palavra salvação tem uma conotação mais profunda indicando também “segurança”, proposta segura e concreta de salvação. Todos estes significados, entretanto, estão longe de alcançar a dimensão plena que o termo, do ponto de vista de Deus, traduz.

Já no grego o significado de salvação, no original “soteria”, nos abre um pouco mais o leque sobre o que a palavra representa: cura, recuperação, redenção, remédio e resgate. Apesar de todos estes significados, o que significa realmente a salvação de que tanto nos fala a Bíblia? O que representa a salvação no nosso dia-a-dia? Quem será salvo? E a justificação existe de fato ou Jesus foi crucificado em vão? Para os povos do Antigo Testamento ? apesar das citações até profundas consignadas em Is. 45.17; Dn. 7.13 e Is. 53 ? a salvação estava bastante ligada à discussão sobre “livramento de alguma coisa” e “livramento para alguma coisa”. O homem, nesse sentido, estava salvo para se livrar de algum mal, de si mesmo e do pecado. Para que? Com que objetivo? Os rabinos acreditavam na alma, no pós vida e nos lugares celestiais.

Para onde certamente seriam encaminhados os que tinham permanecido fiéis aos conceitos da elevação espiritual, do livramento do pecado, fugindo da degradação moral e dos castigos que devem afligir aos que teriam de se submeter ao julgamento divino. Mas a percepção nunca passava disso, nem jamais tomou os aspectos revelados por Deus ao homem através dos escritos do Novo Testamento. Baseados nos textos do Novo Testamento, principalmente no Evangelho Segundo João e nas Epístolas Paulinas, fica estabelecido que aquilo que o Filho é, nisso seremos transformados, pois a nossa condição de salvos nos garante a qualidade de autênticos filhos adotivos de Deus. Em João, fica bem claro também a respeito da participação do homem na vida necessária e independente de Deus. Vida necessária, tendo por base que a vida de Deus é o âmago, a essência, a fonte e o sustentáculo de toda expressão de vida.

Ao passo que as outras vidas são não-necessárias, ou seja, podem existir ou deixar de existir, por ser vida potencialmente perecível. Por outro lado, Deus tem vida independente através da qual depende somente dele mesmo para continuar a viver. Portanto, foi esse tipo de vida que Jesus Cristo recebeu por ocasião da sua encarnação e é essa vida que, através Dele, os remidos, agora passam a exalar, passam a refletir. Nas epístolas do apóstolo Paulo o conceito de salvação se aprofunda mais ainda ? e por revelação divina, ou seja, autenticada pelo próprio conhecimento vindo de Deus. Agora, a salvação envolve nossa transformação segundo a imagem moral de Cristo, da qual compartilharemos a sua natureza essencial. Toda essa operação se processa pela presença do Espírito de Deus em nós, que nos amolda segundo a natureza moral de Cristo.

É essa participação na divindade, aberta a todos os homens que Nele creem, que tanta diferença faz do conceito cultivado pelo povo do Velho Testamento. Mas e o meio pelo qual alcançaremos tamanha graça? Todo o conceito está expresso através do arrependimento, da fé, da conversão, do perdão, que nos declara detentores da glorificação e cidadãos do novo mundo. Pela plenitude de Deus, da qual passamos a fazer parte, concluímos que o processo de salvação é eterno e infinito. Assim, a salvação, em última análise, consiste em trazer o infinito ao que é finito, em trazer o que é divino ao que é humano. Diante de dimensão de tal grandiosidade, passamos a entender que nesse processo não pode haver fim e que toda eternidade, através do que Jesus nos assegura, está à nossa disposição, juntamente com uma vida aqui na terra plena das qualidades de Deus em nós. Já pensou? Aleluia!

(*) Carlos Bianchini é Pr. Missionário da Igreja de Nova Vida.  Jornalista e Apresentador de Telejornais (ex-apresentador dos telejornais da TV Manchete e Record). Voz padrão na Rádio Melodia. Publicitário e Radialista.  Palestrante Motivacional. Cerimonialista.  Saiba mais...


30 Jan 2011
A Enganosa Liberdade do Pecado
0 Comentários - Comentar  ::  Categoria: Pastorais e Estudos

(*) Carlos Bianchini

Uma das acusações que o cristianismo recebe é a de ser muito cerceador ou repressor. Diz-se que ser cristão ou um crente em Jesus é viver preso, sem qualquer liberdade ou permissão de fazer qualquer coisa que se deseja. Este pensamento diz que o crente está perdendo os prazeres da vida, ela está passando e ele não a está aproveitando. Em resumo a visão deste mundo sobre o crente é que ele é um tolo.
 
Quando compreendemos o que a Bíblia diz sobre o crente vemos que há um engano claro sobre este pensamento. Há uma pergunta que é muito pertinente sobre esse tema: quem é de fato livre, o crente em Jesus Cristo ou o incrédulo?

Para responder esta pergunta podemos nos valer de vários textos bíblicos, porém vamos usar apenas um versículo. O apóstolo Paulo lidou com o problema da liberdade cristã na igreja de Corinto e quando ele tratou desta questão. Em 1 Coríntios 6.12 está escrito: “Todas as coisas me são lícitas, mas nem todas convêm. Todas as coisas me são lícitas, mas eu não me deixarei dominar por nenhuma delas”. É provável que a primeira parte deste versículo fosse uma referência a um provérbio que estava se tornando popular entre os coríntios e Paulo o usa para ensinar-lhes sobre a verdadeira liberdade em Cristo.

Paulo afirma que todas as coisas são lícitas para o crente; e é verdade, pois todo pecado foi pago por Cristo na cruz. Paulo, entretanto acrescenta que nem tudo o que um crente faz será benéfico para ele. A palavra traduzida em nossas Bíblias como “lícitas” vem de uma palavra grega que quer dizer vantajoso, legal, proveitoso. Paulo está então dizendo que o crente pode fazer todas as coisas, mas nem tudo o que ele faz trará vantagem para ele. Isto não é falta de liberdade, muito pelo contrário, é a verdadeira expressão dela. O que o texto está dizendo é que o crente tem a liberdade de escolher fazer coisas vantajosas do ponto de vista espiritual, e que serão proveitosas para o seu relacionamento com Deus. Esta é uma liberdade que só o crente tem. Aqueles que não têm Cristo só fazem aquilo que o pecado lhes ordena que seja feito. Jesus disse que eles são escravos do pecado (Jo 8.34). O crente é alguém que é livre para fazer tudo o que quiser. Quando ele faz o que é bom e correto diante de Deus, ainda que isso seja privação de algum prazer momentâneo, ele o faz não porque não foi livre para fazer de outro jeito. O crente o faz justamente porque usou de sua liberdade em Cristo e escolheu fazer o que é certo. Diferentemente, o incrédulo peca porque não tem outra opção, ele é escravo do pecado. Quem é o livre e quem é o escravo então?

Na frase seguinte do versículo Paulo faz outra afirmação interessante. Ele diz que todas as coisas são lícitas ao crente, mas ele não se deixará dominar por nenhuma delas. O crente é alguém que recebeu poder em Cristo para vencer o pecado. A expressão em português “me deixarei dominar” neste texto é tradução do grego que significa literalmente “estar sob a autoridade de”. Paulo afirma que ele não estaria mais sob a autoridade do pecado, ele foi liberto disso. O crente em Jesus Cristo não tem mais o pecado como senhor de sua vida, ele não é mais escravo do pecado, mas sim de Cristo, que é amoroso, compreensivo, misericordioso e justo. Aqui temos mais uma diferença entre o crente e o incrédulo. É a diferença de domínio. O crente tem Jesus como Senhor, ele está sob o domínio do Salvador. O incrédulo está sob o domínio do pecado e o pecado é injusto, destruidor e enganador.

Enquanto está pecando, o incrédulo pensa que está sendo livre, no entanto ele é tão cego que não vê as correntes do pecado prendendo seus pés, mãos e até mesmo sua mente e boca. Ele está seguindo todas as ordenanças destruidoras do pecado. Em uma paráfrase podemos dizer o que Paulo está afirmando da seguinte maneira: “Eu sou livre em Cristo, por isso posso desobedecer às ordens que o pecado me dá”. Esta é uma liberdade que o incrédulo não tem. Ele está dominado pelo pecado, por isso não consegue deixar de pecar. Ele não é livre para vencer as tentações do adultério, ele não é livre para vencer as tentações da idolatria e da cobiça. Quando faz estas coisas ele se gaba dizendo que é livre, porém ele não sabe que está sendo um pobre escravo, submisso, fraco, subjugado e obediente às ordens do pecado. Ele não é livre para controlar suas palavras, seus pensamentos, e suas atitudes. Ele pensa que tem domínio sobre estas coisas, mas são estas coisas que o dominam. Ele está preso. Como disse o jogador de basebol americano Jim Bouton: “Você gasta uma boa parte de sua vida segurando uma bola de basebol e no final descobre que era justamente o contrário o tempo todo”. O incrédulo, pensa que está dominando quando na verdade está sendo dominado.

Quem é livre então? Quem de fato pode fazer o que é certo e agradável a Deus? Somente você que é crente em Cristo Jesus pode realmente dizer que é livre. Alegre-se, pois se você crê em Jesus, como a Bíblia diz, você é livre da enganosa liberdade do pecado.

(*) Carlos Bianchini é Pr. Missionário da Igreja de Nova Vida.  Jornalista e Apresentador de Telejornais (ex-apresentador dos telejornais da TV Manchete e Record). Voz padrão na Rádio Melodia. Publicitário e Radialista.  Palestrante Motivacional. Cerimonialista.  Saiba mais...


28 Jan 2011
Entusiasmo: Um Princípio de Deus
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Livro "Entusiasmo: Um Princípio de Deus"
Formato: 14,0 x 21,00 Cm - 144 pgs

Autor: Carlos Bianchini -
Distribuição: Shekinah Produções Editora

Buscando a etimologia grega da palavra “entusiasmo”, o autor mostra que ela significa “estar com Deus dentro”. E revela que estar “cheio” do Espírito Santo de Deus é o mesmo que estar “entusiasmado”. O autor desenvolve o seu pensamento desde a formação das Escrituras, acompanhando os servos de Deus do passado que foram usados como instrumentos da Revelação, mostrando que eles agiram entusiasmados (com Deus dentro deles), tanto na produção do Velho Testamento como na do Novo. Faz uma analogia com os empresários da atualidade e com o dia-a-dia de todas as pessoas. Refere-se à Arqueologia bíblica e à grande contribuição dessa ciência para reforçar a convicção de que a Bíblia é a verdadeira Palavra de Deus, ensinando que a Arqueologia tem-se desenvolvido graças ao “entusiasmo” dos que a ela se dedicam.

    Bianchini passa essa mensagem de ânimo, de entusiasmo, para todos os servos de Jesus Cristo e trata dos problemas da ansiedade e da depressão, sempre apontando para Jesus Cristo, o nosso adorado Salvador, como a solução para uma vida plena, uma vida de permanente felicidade, certeza, segurança e coragem, enfim, de contínuo entusiasmo.

    Este livro é, sem dúvida, um instrumento inspirado por Deus para levar consolação aos que sofrem, ânimo aos abatidos, conforto espiritual a todos os filhos de Deus e, acima de tudo, para despertar o pleno “entusiasmo” por Deus, pela vida cristã e pelos serviços que empreendemos em prol da glorificação do nome de Deus e expansão do Seu reino na Terra.

    Esta obra de Carlos Bianchini é um instrumento eficaz para ajudar a todos quantos o lerem, para o despertar e para o crescimento da fé autêntica. É um livro que esclarece, que empolga, que consola, que anima, que estimula. Enfim: é um livro que produz “entusiasmo”!

Sintetizando, esta obra fala:
De como o “entusiasmo” transforma problemas em oportunidades;
De como os realizadores e vencedores têm algo em comum;
De como usar o Princípio de Deus na vida e na família;
De como reinventar sua vida e recuperar o tempo perdido;
De como ter inteligência espiritual;
De como semear crescimento pessoal e profissional;
De sua única alternativa: vencer o mal;
De alcançar a verdadeira liberdade com responsabilidade.

(*) Carlos Bianchini -  Pr. Missionário da Igreja de Nova Vida.  Jornalista e Apresentador de Telejornais (ex-apresentador dos telejornais da TV Manchete e Record). Publicitário e Radialista.  Palestrante Motivacional. Cerimonialista. Saiba mais...


   


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