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10 Jan 2014
Feliz Ano Bom
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Fim de ano

Fim de ano, e início de ano novo, ensejam reflexões e considerações, tais como:- "como foi para mim o ano que passou?"; "bom, ruim ou mais ou menos?"; "Como será o novo ano?"; "será que este novo ano será um ano bom?".

Estas são reflexões que todos nós costumamos fazer, e que, em muito, poderão nos ajudar a galgar sucesso no ano novo, sobretudo se formos honestos conosco mesmos, e avaliarmos bem como foi o ano que passou. As lições que conseguirmos extrair do ano que passou, certamente nos serão muito úteis como lições e referenciais de vida, que nos ajudarão na reorientação das nossas ações daqui para a frente, para que não venhamos a repetir os mesmos erros!

Contudo, devemos tomar cuidado para não nos deixarmos abater pelos eventuais erros, fracassos, tempos e oportunidades perdidas, porque, de uma forma ou de outra, os anos já vividos contribuiram para o nosso bem... "sabemos que todas as coisas cooperam para o bem daqueles que amam a Deus, daqueles que são chamados segundo o seu propósito"(Romanos 8:28). Assim, sejamos gratos a Deus pelo ano findo: "Em tudo dai graças, porque esta é a vontade de Deus em Cristo Jesus para convosco." (1a. Tess 5.18). E devemos sempre entrar com ânimo dobre no ano novo. Dificuldades e adversidades são inerentes à estrada da vida, mas o Senhor Jesus Cristo nos encoraja, dizendo: "No mundo tereis aflições. Mas tende bom ânimo, Eu venci o mundo" (Jo 16:33).

Todo ano novo é sempre um ano bom! Cada ano que chega traz consigo novas esperanças, novas oportunidades, e muitas novidades! “As misericórdias do SENHOR renovam-se cada manhã” - (Lamentações de Jeremias 3:22-23). E Deus diz hoje a você: "Eis que faço coisa nova, que está saindo à luz; porventura, não o percebeis? Eis que porei um caminho no deserto e rios, no ermo." - (Isaías 43.19). Cada novo ano é mais um ano que Deus, pela sua infinita graça, nos concede viver, e deve ser recebido sempre com com muita alegria. Devemos adentrá-lo e vivê-lo com muita fé, otimismo e esperança, confiantes na iluminação, direção e auxílio divino. Feliz ano bom!

(*) Edemar Vitorino - é pastor evangélico, escritor, professor de cursos bíblicos online do "Fuel For Life Institute - FFL Institute" (EaD)... Saiba mais...

 


10 Jan 2014
O Evangelho segundo Félix
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Por: Hermes C. Fernandes

“Amor à vida”, folhetim que vai ao ar pela Rede Globo em seu mais nobre horário já caminha para o seu desfecho. Ainda que não tenha alcançado os índices esplendorosos de “Avenida Brasil”, a novela de Walcyr Carrasco conseguiu chamar a atenção de um público que tem sido considerado cada vez mais importante para a emissora: os evangélicos.

O autor recebeu da Vênus platinada a missão de reconquistar o público que havia debandado, provocando o fracasso de “Salve Jorge” de Glória Perez.

Deixando de lado questões mercadológicas, “Amor à vida” trouxe uma trama cujo tema principal delineado ao longo de sua exibição é a redenção.

De todos os seus personagens, nenhum exemplifica melhor isso do que Félix, o vilão vivido por Mateus Solano. A “bicha má” roubou a cena, conquistando a admiração do público, inclusive dos evangélicos. Para isso, Walcyr Carrasco, criado numa família evangélica, colocou em seus lábios tiradas cômicas com episódios bíblicos. Nunca se viu um personagem gay que demonstrasse tanto conhecimento das Escrituras. Mesmo quem não acompanhou a novela, divertia-se cada vez que lia alguma dessas tiradas exibida nas redes sociais. Uma de suas últimas foi: “Eu devo ter cobrado ingresso para o Sermão da Montanha.”

Confira abaixo algumas tiradas:

“Será que eu salguei a santa ceia?”
“Eu devo ter colado chiclete na Santa Cruz!”
“Devo ter feito uma peruca com os cabelos de Sansão!”
“Eu dancei pole dance na cruz!”
“Só posso ter assuado o nariz no Santo Sudário para merecer isso…”
“Será que eu engarrafei as águas do Rio Jordão?”

Quando a audiência já havia se acostumado com suas armações e estripulias, Félix é desmascarado, sofre um revés e perde tudo. Expulso de sua mansão, Félix encontra refúgio nos braços de sua ex-babá, a ex-chacrete Márcia (Elisabeth Savala), com quem vai vender hot-dogs na 25 de março (centro de comércio popular em São Paulo, equivalente ao Saara no Rio), depois de deixar a presidência do Hospital San Magno.

A bondade com que a pobretona brega o acolhera fez com que Félix repensasse sua vida e, aos poucos, se redimisse. O vilão capaz de jogar a própria sobrinha recém-nascida numa caçamba de lixo agora se tornara tão dócil a ponto de cuidar da netinha de Márcia.

Depois de flagrá-lo em sua performance como vendedor de hot-dogs, sua mãe, Pilar (Susana Vieira) resolve trazê-lo de volta ao lar sob a condição de que confessaria suas armações e restituiria a todos quanto havia defraudado (atitude certamente inspirada em Zaqueu). Apesar de relutante em admitir a mudança que sofrera, Félix resolve abrir o coração e revelar em um dos seus mais tensos diálogos com a irmã Paloma (Paolla Oliveira) e seu cunhado Bruno (Malvino Salvador) o que provocara a repentina transformação:

“Eu olhava o mundo cheio de ódio. Até que eu conheci a Márcia... que me acolheu sem fazer perguntas (...) Este gesto de generosidade me iluminou. O meu coração sempre cheio de sombras e transformou, como na história dos Miseráveis, alguma coisa aqui dentro.”

Félix cita “Os Miseráveis”, um dos clássicos da literatura mundial, de autoria de Victor Hugo, e que teria sido indicado por seu filho na tentativa de apontar-lhe um caminho de redenção. Aliás, um dos méritos da novela é incentivar os espectadores à leitura. Vários de seus personagens são frequentemente flagrados lendo algum livro. Jabá à parte, o fato é que o autor demonstra grande preocupação com a formação intelectual de seus espectadores, o que julgo ser um ponto positivo. Prefiro merchandising de livros ao de bebidas alcoólicas.

É de se admirar que o autor tenha escolhido justamente a personagem Márcia como o instrumento de redenção de Félix. Como uma mulher que passou a maior parte da novela incentivando sua filha a casar-se com um milionário para se dar bem poderia agora demonstrar por Félix um amor totalmente desinteressado? E não só isso. Ela mesma foi “redimida” ao receber em sua casa um desconhecido encontrado na rua, por quem se apaixonou. Gentil, nome que ela dá ao misterioso desconhecido, é, na verdade, Atílio (Luis Mello), administrador do hospital, que perdera a memória após um acidente automobilístico (mais uma das armações de Félix).

A lição que tiramos de tudo isso é que somente o amor gratuito, que nós, cristãos, chamamos de “graça”, é capaz de redimir o ser humano. Graça é aquele amor que não espera retorno. Aquilo que Paulo resume tão bem: "Eu de muito boa vontade gastarei, e me deixarei gastar pelas vossas almas, ainda que, amando-vos cada vez mais, seja menos amado" (2 Co.12:15).

É este amor que encontramos revelado plenamente em Jesus de Nazaré. Diferente dos personagens ambíguos de Walcyr Carrasco, Jesus jamais cometeu qualquer pecado. Não defraudou ninguém. Não se aproximou de quem quer que fosse por interesses escusos. Simplesmente, amou por amar. E Sua maior prova de amor se deu na Cruz, onde verteu Seu sangue inocente para redimir-nos de nossa maldade endêmica e crônica.

Por maiores que sejam as críticas que evangélicos façam ao folhetim, o fato é que, encontramos mais do Evangelho nesta trama do que em muitos sermões que têm sido pregados nos púlpitos por aí. Deveríamos corar de vergonha por perceber o quão distante estamos da proposta de Jesus.

“Apesar de tudo que eu perdi, acho que ganhei muito mais com a Márcia.” Quem diria que ouviríamos isso dos lábios de Félix? Como gostaria de ouvir testemunhos em que, em vez de contar vantagens obtidas depois de haver se convertido, exporia a disposição de se perder tudo para ganhar muito mais: a vida plena de sentido ofertada por Cristo. Ou não foi isso que Paulo fez, deixando-nos exemplo?: “Mas o que para mim era lucro passei a considerá-lo como perda por amor de Cristo; sim, na verdade, tenho também como perda todas as coisas pela excelência do conhecimento de Cristo Jesus, meu Senhor; pelo qual sofri a perda de todas estas coisas, e as considero como refugo, para que possa ganhar a Cristo” (Fp.3:7-8).

Pior do que salgar a santa ceia é “pisar o Filho de Deus”, “profanar o sangue da aliança” e “ultrajar ao Espírito da graça” (Hb.10:29). E é isso que muitos que se apresentam como palatinos da verdade, da moral e dos bons costumes, têm feito do alto de seus púlpitos.

Que muitas outras “pedras” sigam clamando, já que insistimos em nos calar. Que este clamor se faça ouvir nas salas de cinema, nos teatros, nas manifestações populares, e que ecoe dentro dos templos e no coração de todos os homens. E quem nunca repetiu um desses bordões do Félix, que atire a primeira pedra!

Transcrito do Blog de Hermes C. Fernandes


14 Out 2013
Para entrevistados, acreditar em Deus torna a pessoa melhor, diz Datafolha
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Na realização da pesquisa que identificou que quase metade do eleitorado brasileiro (48%) é ideologicamente de direita, o Datafolha utilizou um questionário com uma série de perguntas sobre valores sociais e políticos.

Para 85% dos entrevistados, acreditar em Deus torna as pessoas melhores, tendência mais associada à direita. No polo oposto, 69% acham que a posse de armas deve ser proibida, pois isso ameaça a vida de outras pessoas, entendimento mais comum entre os esquerdistas

As questões tinham temas como pena de morte, homossexualidade, a importância da religião no caráter das pessoas e as causas da criminalidade e da pobreza.

A partir das respostas, os entrevistados foram posicionados em escalas de comportamento político e segmentados em esquerda, centro-esquerda, centro, centro-direita e direita.

A união dos resultados dessas escalas resultou em uma escala geral de comportamento ideológico, traçando o perfil do eleitorado.

O levantamento foi realizado no dia 11 de outubro, com 2.517 entrevistas em 154 municípios. A margem de erro máxima é de dois pontos percentuais para mais ou para menos.

Fonte: Folha Online
Tags: acreditar, crer, deus,


10 Out 2013
O Combate Começa Na Mente
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Por: Robson Vitorino (*)

É comum vermos numa competição mundial o pódio com atletas estrangeiros e quase sempre um brasileiro em lágrimas, geralmente inconsolável. Isso quando o nervosismo não o tira da competição, quando ele era o favorito. Não é difícil lembrar-se de um esportista brasileiro nestas condições. Agora mesmo você acabou de lembrar-se de um. E o choro seria apenas a emoção eclodindo ou a surpresa de ter ganhado quando nem ele mesmo acreditava que seria possível?

Para os apreciadores do MMA e fãs do UFC, quero aqui resgatar a última luta do Anderson Silva contra Cris Weidman no UFC 162. O programa UFC Inside exibido no canal Combate, trouxe uma entrevista muito curiosa com o Cris Weidman. Seguem alguns trechos da entrevista: “Pode soar como arrogante mas não é. Eu mentalizei diversas vezes a imagem onde estou ganhando do Anderson. Eu me vi várias vezes levantando o cinturão. O Anderson atua diretamente no campo psicológico, minando a confiança dos adversários, mas eu estou preparado para isso.” Detalhe: essa entrevista foi concedida antes da luta. Weidman é bacharel em psicologia e fez uma preparação mental intensa treinando além da parte física a sua inteligência emocional.

Segundo o psicólogo e escritor Daniel Goleman, a inteligência emocional é a capacidade de identificar os nossos próprios sentimentos e os dos outros, de nos motivarmos e de gerir bem as emoções dentro de nós e nos nossos relacionamentos. De uma forma mais direta, é a capacidade de administrar emoções para alcançar objetivos.

O padrão mental é trazido à existência por meio de nossas atitudes. Infelizmente nós brasileiros temos sido muito negligentes quando o assunto é a inteligência emocional. Quantos profissionais você conhece com elevado nível de competência, excelente formação acadêmica e que não são bem sucedidos? Quando vamos para o meio desportivo isso é potencializado.

Nós fazemos tudo certo. Somos um povo guerreiro, nos preparamos e treinamos pesado, mas quando chega na hora muitas vezes acontece tudo diferente de como imaginávamos. Talvez você tenha se lembrado da nossa seleção brasileira de futebol sendo diversas vezes desestabilizada psicologicamente por seus rivais e perdendo uma partida em que eram os favoritos. Os exemplos sobram. Somos conhecidos por sermos um povo irreverente e que costuma quebrar “protocolos”, mas a verdade é que temos dificuldade de cumprir os protocolos por causa do nervosismo. A quebra do protocolo funciona como calmante psicológico. Mas é preciso aprender a controlar a variável psicológica. Já está na hora de unirmos o preparo técnico com a inteligência emocional.

Em outra entrevista, também um lutador de MMA, após perder uma luta em que ele era o favorito, revelou ao entrevistador: “Não quero aqui dar desculpas, mas quando estava no chão tentando finalizar a luta, alguém da platéia gritou o nome de minha filha, foi neste momento que eu perdi a luta. Ela está internada fazendo tratamento contra um câncer.”

Quando o campeão dos pesos pesados do UFC Júnior Cigano perdeu o cinturão para Cain Velasquez. Cigano estava no auge do processo de divórcio e o seu mestre Yuri Carlton informou que isso foi decisivo para a derrota do campeão. O nocaute de Cris Weidman sobre Anderson Silva aconteceu antes da luta. Foi tudo planejado e visualizado na mente de Weidman. Foi nesse terreno que ele derrotou o grande campeão Anderson Silva.

E você? Consegue imaginar-se alcançando aquele sonho? Será que você está realmente preparado para alcançá-lo? O que é que te desestabiliza? O que é que bloqueia suas habilidades? Quantas vezes você já foi prejudicado por não estar preparado mentalmente para uma situação em que poderia ter se preparado?

O coaching é um processo profissional amplamente consolidado na Europa e nos EUA e eles já entenderam a algum tempo que atitude é tudo. O trabalho do coaching passa pelo observador externo que tem uma capacidade privilegiada de observar e orientar o seu coachee com ferramentas eficazes para atingir os seus objetivos, potencializando as suas habilidades e talentos, aumentando o seu desempenho consideravelmente. Num processo de coaching há oportunidades de se trabalhar de forma intensa o desenvolvimento da inteligência emocional orientada para objetivos específicos, preparando-o para os riscos reais e ameaças que habitam no percurso para o êxito.

Tem muita gente que continua apanhando dos medos, dos traumas, da vida, da falta de preparo e treino da inteligência emocional.

Segundo Louis Paster, a sorte favorece a mente bem preparada. Conhecer a si mesmo é premissa fundamental para aqueles que querem vencer a grande batalha mental, onde a mente preparada nocauteia até os grandes campeões.

(*) Robson Vitorino é sócio da Maxta Treinamento e Desenvolvimento, Coach, palestrante, professor, articulista e consultor nas áreas de Marketing, Comunicação, Liderança e Gestão de Pessoas ? www.maxta.com.br

Tags: apresentações, apresentadores, advocacia empresarial, advocacia na era do conhecimento, advogados, bancas de advocacia, coaching jurídico,consultoria de marketing jurídico, consultoria de marketing legal, crescimento de escritórios, gestão de escritórios de advocacia, gestão do conhecimento jurídico, gestão escritórios de advocacia, gestão jurídica, inovação na advocacia,liderança, liderança corporativa, liderança criativa, marketing jurídico, maxlegal, maxta, robson vitorino


01 Out 2013
Emerson Fittipaldi fala sobre sua conversão no programa Agora é Tarde
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Emerson Fittipaldi fala sobre sua conversão no programa Agora é Tarde

Na quarta-feira, dia 17/07/13, o programa Agora é Tarde do humorista e apresentador Danilo Gentili, recebeu o ex-piloto de Emerson Fittipaldi.

Gentili e Fittipaldi conversaram sobre a Le Mans 6 horas de São Paulo, evento que acontecerá em setembro no Autódromo de Interlagos. O ex-piloto ainda relembrou alguns dos seus momentos importantes da Fórmula Indy e Fórmula 1.

Sempre foi natural para Emerson Fittipaldi correr, “Já corri de barco, kart e motocicleta. Minha mãe também correu, então era muito difícil ela falar para a gente não correr”.

O ex-piloto ainda falou sobre o acidente que sofreu em 1996, na ocasião quase perdeu sua vida. “Quebrei várias costelas, o pescoço. Tive vários ferimentos. Mas, graças a Deus, estou aqui aproveitando a vida. Esse acidente foi uma martelada de Deus para me colocar no caminho de Jesus”, explica.

O campeão depois de sua conversão passou a frequentar a igreja Batista de Miami e no Brasil. Sua esposa também é evangélica. Ele estava no hospital após o acidente que quase tirou sua vida, quando Alex Dias Ribeiro, corredor da Fórmula 1, entrou no sua quarto com a bíblia. E foi onde ele aceitou a Jesus.

Fonte: Portal "O Verbo"


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