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08 Mai 2013
IGREJA PRESBITERIANA DE VARRE-SAI
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FOTOS DO CULTO DE INAUGURAÇÃO OFICIAL DO TRABALHO
DE PLANTAÇÃO DA IGREJA PRESBITERIANA DO BRASIL
NO MUNICÍPIO DE VARRE-SAI, RJ

 

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e o Projeto de Plantação da Igreja Presbiteriana de Varre-Sai
acessando o nosso site, no link:-
http://www.ipvarresai.com.br

O Projeto de Plantação da Igreja Presbiteriana de Varre-Sai foi desenvolvido e aprovado pelo Conselho da Igreja-Mãe: Igreja Presbiteriana da Vinhosa, Itaperuna - RJ e aprovado pelo Presbitério de Itaperuna - PREI.

Tags: IPB, Varre-Sai, VarreSai, Varre_Sai, Varre e Sai, Igreja, Presbiteriana


22 Fev 2013
A Reputação Diz Tudo
1 Comentários - Comentar  ::  Categoria: Crônicas da Vida

Por: Robson Vitorino (*)

Eu sou da época que as pessoas na TV, nas novelas e nos filmes apareciam fumando e bebendo. Tinha até cigarro de chocolate para crianças, pasmem! Nesta época, década de 80, eram permitidos os comerciais de cigarros. Lembro-me bem das campanhas da Hollywood. Nunca fui fumante, mas sempre fui fã das campanhas da Hollywood. Nesta época a publicidade e a propaganda de massa eram mais eficientes e exerciam mais influência do que nos dias de hoje. Nesta mesma época, as empresas que apareciam mais eram as que falavam mais de si e de seus produtos, geralmente eram líderes em seu segmento.

Fechando o foco em pessoas, quando alguém tinha algum problema numa cidade, o simples fato de mudar-se para outro estado dava chances de reconstruir uma nova vida abandonando um passado não muito bom. Em alguns casos mudando até de país.

As coisas mudaram significativamente. Com a difusão da informação, a globalização, o surgimento da internet; a força de comunicação das empresas foi dissipada entre os consumidores. O que os consumidores falam das empresas, produtos e serviços, agora é o que importa.

As redes sociais aumentaram exponencialmente o poder de escolha do consumidor. Fechando o foco novamente em pessoas, nunca foi tão fácil que estranhos saibam alguma coisa sobre a nossa história.
Neste contexto de mudanças significativas, um dos desafios das empresas e pessoas passa a ser como construir uma boa reputação.

Segundo a Wikipédia:
Reputação (do latim reputatione) é a opinião (ou, mais tecnicamente, uma avaliação social) do público em relação a uma pessoa, um grupo de pessoas ou uma organização.
A reputação também é conhecida como um mecanismo de controle social ubíquo, espontâneo e altamente eficiente em sociedades naturais. É objeto de estudo em ciências sociais, administração e tecnologia. Sua influência vai de ambientes competitivos, tais como mercados, aos corporativos, tais como empresas, organizações, instituições e comunidades. Ademais a reputação atua em diferentes níveis de agência, individual e supra-individual. Ao nível supra-individual, diz respeito a grupos, comunidades, coletivos e entidades sociais abstratas (tais como empresas, corporações, países, culturas e mesmo civilizações). Ela afeta fenômenos em diferentes escalas, da vida cotidiana às relações entre nações. A reputação é um instrumento fundamental da ordem social, baseada em controle social espontâneo e distribuído.

A pergunta que não quer calar é: O que fazer para ter uma boa reputação? Como fazer para que falem bem de nós, da nossa empresa, de nossos produtos e serviços?

Ainda remontando os anos 80, uma lição que infelizmente ainda não foi assimilada por todos, é que não adianta querer transparecer algo que não é. A frustração originada da quebra de expectativas mancha a reputação. E reputação maculada, nos dias de hoje, pode ser fatal.
O nosso passado nunca teve tanto poder de influência sobre o nosso futuro como agora.

Mas então, o que estão falando sobre você agora? Creio existir apenas três possibilidades: Não falam nada. Estão falando mal. Estão falando bem.

No caso de não estarem falando nada, é ruim. A reputação é insumo para a construção de uma credibilidade mínima capaz de contribuir para a formação de opinião. Pelo menos uma primeira impressão. Você enquanto profissional é fácil de ser encontrado na web? Seu perfil profissional está atualizado?

No caso de estarem falando mal, é fundamental apurar se a crítica é pertinente ou venenosa. O fato é que lidar com as críticas é sempre duro e complexo. Mas nestes casos, a primeira conferência que deve ser feita é se a crítica tem origem na quebra de expectativa, ou seja, de uma situação onde se tentou ser o que de fato não é. Não acredito que nessas situações deva-se ignorar de imediato. Sim, sabemos que não somos perfeitos e é impossível agradar a todos, mas talvez a origem de tais críticas possa ser o simples fato de querermos ser perfeccionistas e agradar a todos.

Aprofundando um pouco mais, a construção de uma boa reputação nasce de uma base de autenticidade.

Segundo a Wikipédia:
Entende-se por autenticidade a certeza de que um objeto (em análise) provém das fontes anunciadas e que não foi alvo de mutações ao longo de um processo. Na telecomunicação, uma mensagem será autêntica se for, de fato, recebida na íntegra, diretamente do emissor.

Outra definição de Autenticidade seria a identificação e a segurança da origem da informação. O nível de segurança desejado, pode se consubstanciar em uma “política de segurança” que é seguida pela organização ou pessoa, para garantir que uma vez estabelecidos os princípios, aquele nível desejado seja perseguido e mantido.

Autenticidade é a garantia de que você é quem diz ser. Em segurança da informação um dos meios de comprovar a autenticidade é através da biometria que está ligado diretamente com o controle de acesso que reforça a confidencialidade e é garantida pela integridade.

Ser autentico dá medo. Medo de se expor. Medo da crítica, da rejeição, da descoberta de que não somos perfeitos. O que podemos perceber hoje são pessoas e empresas tentando projetar algo que não são a fim de minimizar os efeitos de possíveis críticas. Enquanto consumidores somos testemunhas de empresas que tentam a todo custo construírem uma reputação perfeita.

Para ser autêntico é necessário refletir rapidamente sobre o perfeccionismo.

Perfeccionismo não significa se esforçar para fazer o seu melhor. Não tem a ver com realizações saudáveis e crescimento. Segunda a psicóloga Brené Brown em seu livro intitulado A Arte da Imperfeição, o perfeccionismo é a crença de que se a nossa vida, aparência e atitude forem perfeitas, conseguiremos minimizar a dor da culpa, da crítica e da vergonha. É a tentativa de conquistar aprovação e aceitação.

Uma reputação perfeita é utopia. Portanto, perfeccionistas são pessoas/empresas que correm atrás do vento diariamente engolindo grandes doses de frustração.

Cabe a nós buscarmos a coragem para assumir o que somos. A busca pela autenticidade é o caminho para se construir uma reputação boa e sustentável.

Não dá para ser bom em tudo. O que é que você tem de melhor? Comunique isso. Celebre os seus êxitos. Sem exageros, mas celebre. Quanto aos erros, o melhor que temos a fazer é aprender com eles e evitar buscar explicações mirabolantes. Afinal de contas, pessoas e empresas são imperfeitas. É a certeza que ainda existem seres humanos habitando neste planeta. É sinal de vida. Problema nenhum conviver com isso. Complicado mesmo é querer ter uma reputação plástica, impossível de existir, porque sem for assim a reputação irá dizer. Ela diz tudo.

(*) Robson Vitorino - é palestrante, professor, articulista e consultor nas áreas de Marketing, Comunicação, Liderança e Gestão de Pessoas ? www.robsonvitorino.com.br


22 Fev 2013
Manifesto em Favor do Novo
0 Comentários - Comentar  ::  Categoria: Crônicas da Vida

Por: Robson Vitorino (*)

Não poderia deixar de compartilhar este maravilhoso texto de autoria do grande publicitário Carlos Domingos, publicado em seu livro “Oportunidades Disfarçadas”. Um livro repleto de cases excelentes que vem me instrumentalizando e inspirando. Neste texto Carlos Domingos nos chama a uma breve reflexão sobre o novo.

Manifesto em Favor do novo

Alguns temem o novo
Porque ele ameaça o estabelecido, contesta as convenções
Desafia as Regras
Alguns evitam o novo
Porque ele traz insegurança, estimula o experimento, convida à reflexão
Alguns fogem do novo
Porque ele nos retira da confortável posição de autoridades
E nos obriga a reaprender
Alguns zombam do novo
Porque ele é frágil, não foi consagrado pelo uso
Mas essas pessoas se esquecem que tudo o que hoje é consagrado
Um dia já foi novo
Alguns combatem o novo
Porque ele contraria interesses , desafia paradigmas,
Não respeita o ego, despreza o status quo
Mas tudo isso é inútil
Porque a história da humanidade mostra
Que o novo sempre vem
Por isso, recicle os seus pensamentos, reveja seus pontos de vista
Atualize suas fórmulas, seus métodos, suas armas
Senão você será sempre um grande profissional
Um sujeito muito preparado para lutar numa guerra que já passou
Carlos Domingos

(*) Robson Vitorino - é palestrante, professor, articulista e consultor nas áreas de Marketing, Comunicação, Liderança e Gestão de Pessoas ? www.robsonvitorino.com.br


14 Fev 2013
A Síndrome do Safety Car
0 Comentários - Comentar  ::  Categoria: Crônicas da Vida, Oportunidades de Negócios

Por: Robson Vitorino (*)

Faltam 10 voltas para o final da corrida quando o vice líder do campeonato roda na entrada da curva principal. Sai dos boxes uma bela Mercedez com o objetivo de agrupar todos os carros atrás dela numa velocidade que garanta mais segurança. É o Safety car na pista.

Você já deve ter tomado conhecimento de alguém muito talentoso que ao alcançar o sucesso começou a se desestruturar de repente. Uma liderança forte e credível é aquela forjada em cima de uma estrutura de caráter. Caso essa estrutura esteja com rachaduras, toda a construção desmoronará em algum momento. Ou pior, seguirá em ruínas acreditando estar em perfeito estado.

O psicólogo da faculdade de medicina de Harvard e autor do livro The Sucess Syndrome, Steven Berglas, diz que as pessoas que conquistam altas posições mas não têm estrutura para sustentá-las durante o período de estresse caminham para o desastre. Segundo Berglas, alguns efeitos desse desastre são: Arrogância, sentimentos dolorosos de solidão, busca de aventuras destrutivas ou adultério.

Quero me deter apenas no primeiro efeito “Arrogância”. Os demais efeitos geram problemas pessoais para o líder e, consequentemente, para os seus liderados. Mas a arrogância, esta traz conseqüências diretas para líder e o ambiente de trabalho. Além de bloquear toda e qualquer forma de ajuda.

Arrogância é o sentimento que caracteriza a falta de humildade. São sinônimos, o orgulho excessivo, a soberba, a altivez, o excesso de vaidade pelo próprio saber ou o sucesso. E como estamos falando de liderança, é fundamental registrar que a arrogância bloqueia toda e qualquer iniciativa de liderança. Pois se o liderado o vê como arrogante, nunca aceitará a sua liderança.

A síndrome do Safety Car atormenta líderes no mundo inteiro, o primeiro sintoma é a arrogância e os efeitos colaterais são:

? Não está competindo, mas faz questão de ir para pista;
? Não tem motor para andar rápido, mas ordena que todos andem atrás dele;
? Não deixa que a sua equipe desenvolva a potencia de seus motores;
? Faz questão ser o primeiro da fila;
? Faz questão de dizer que enquanto ele estiver ali é proibido ultrapassar;
? E quem ultrapassar é desclassificado.

A este líder a única esperança é que ele possa reconhecer que há algo errado e buscar mudança, se é que a arrogância dará espaço para que isso ocorra. Certamente a sua arrogância não permitirá que ouça a crítica de seus pares. Mas existem pessoas que nos conhecem tão bem quanto nós mesmos: Nossa família. Geralmente partem dela as melhores críticas, isentas de veneno e comprometidas com o nosso bem estar.

Para os liderados, a intenção de mudar o caráter de alguém é prepotência. Resta seguir alguém que mereça de fato ser seguido. Alguém com caráter sólido e transparente. Alguém que não esteja preocupado em concorrer com os liderados e que faça o trabalho de orientação e desenvolvimento com eficácia.

Como diz o velho ditado “Quem acha que é um líder e não tem seguidores está apenas passeando.”

(*) Robson Vitorino - é palestrante, professor, articulista e consultor nas áreas de Marketing, Comunicação, Liderança e Gestão de Pessoas ? www.robsonvitorino.com.br


10 Fev 2013
A Doutrina da Ira de Deus
0 Comentários - Comentar  ::  Categoria: Pastorais e Estudos

Por: Kevin DeYoung 

Se os pregadores do passado em alguns momentos sofreram de uma fascinação doentia pelo inferno, os ministros de hoje, incluindo não poucos líderes emergentes, são culpados de uma ambivalência indevida sobre o assunto. [...] É certo que não existe espaço para leviandade no que se refere à ira de Deus, mas será que não há lugar para uma advertência apaixonada e viva? Não é bíblico deixar para trás o agnosticismo em relação ao inferno e implorar às pessoas em favor de Cristo, dizendo “reconciliem-se com Deus” (2Co 5:20)? Será que nosso evangelismo se degenera, nossa pregação carece de autoridade e nossas congregações perdem foco porque não temos a doutrina do inferno bem clara diante de nós para colocar nossa face como seixo na direção de Jerusalém?

Precisamos da doutrina da punição eterna. Por repetidas vezes no Novo Testamento descobrimos que entender a justiça divina é essencial para nossa santificação. Crer no julgamento de Deus de fato nos ajuda a ser mais semelhantes a Jesus. Em resumo, precisamos da doutrina da ira de Deus.

Primeiro, precisamos da ira de Deus para nos mantermos honestos em relação ao evangelismo. Paulo discutiu com Félix sobre justiça, domínio próprio e juízo vindouro (At 24:25). Precisamos fazer o mesmo. Sem a doutrina do inferno, nossa tendência é nos envolvermos em todo tipo de coisas importantes que honram a Deus, mas negligenciarmos aquilo que importa para toda a eternidade, que é insistir com os pecadores a que se reconciliem com Deus.

Segundo, precisamos da ira de Deus para perdoar nossos inimigos. A razão de podermos abrir mão de pagar o mal com o mal é que confiamos na promessa do Senhor, segundo a qual ele retribuirá os ímpios. A lógica de Paulo é sadia. “Amados, nunca procurem vingar-se, mas deixem com Deus a ira, pois está escrito: ‘Minha é a vingança; eu retribuirei’” (Rm 12:19). A única maneira de deixar para trás nossas feridas mais profundas e as traições que sofremos é descansar seguros de que todo pecado contra nós foi pago na cruz ou será punido no inferno. Não precisamos buscar justiça com as próprias mãos, pois Deus será nosso justo juiz.

Terceiro, precisamos da ira de Deus para podermos arriscar nossa vida em favor de Jesus. A devoção radical necessária para sofrer pela palavra de Deus e o testemunho de Jesus vem, em parte, da segurança que temos de que Deus nos vindicará no final. É por isso que os mártires embaixo do trono clamarão: “Até quando, ó Soberano, santo e verdadeiro, esperarás para julgar os habitantes da terra e vingar o nosso sangue?” (Ap 6:10). Eles pagaram o preço derradeiro por sua fé, mas seus clamores manchados de sangue serão respondidos um dia. Sua inocência será estabelecida quando Deus finalmente julgar os que os perseguiram.

Quarto, precisamos da ira de Deus para viver uma vida santa. Paulo nos adverte de que Deus não pode ser zombado. Colheremos aquilo que plantarmos. Somos levados a viver uma vida de pureza e boas obras em função da recompensa prometida pela obediência e a maldição prometida pela desobediência. Se vivermos para agradar à carne, colheremos de Deus a destruição. Mas, se vivermos para agradar ao Espírito, colheremos a vida eterna (Gl 6:6-7). Às vezes os ministros hesitam diante da ideia de motivar pessoas com a ameaça da punição eterna. Mas não foi essa a abordagem de Jesus quando ele disse “não tenham medo dos que matam o corpo, mas não podem matar a alma. Antes, tenham medo daquele que pode destruir tanto a alma como o corpo no inferno” (Mt 10:28)? Às vezes precisamos literalmente arrancar o inferno das pessoas por meio do medo.

Quinto, precisamos da ira de Deus para entender o significado da misericórdia. Sem a ira divina, a misericórdia divina não tem sentido. Somente quando sabemos que éramos merecedores da ira (Ef 2:3), que já estávamos condenados (Jo 3:18) e que enfrentaríamos o inferno como inimigos de Deus, não fosse a misericórdia imerecida (Rm 5:10), é que podemos cantar de todo o coração “preciosa a graça de Jesus, que um dia me salvou”.

Sexto, precisamos da ira de Deus para entender como o céu será maravilhoso. Jonathan Edwards é famoso (ou mal-afamado) por seu sermão “Pecadores nas mãos de um Deus irado”. Ele ainda é lido nas aulas de literatura americana, normalmente como uma caricatura do espírito puritano da Nova Inglaterra colonial. Mas poucas pessoas percebem que Edwards também pregou sermões como “O céu é um mundo de amor”. Diferentemente da maioria de nós, Edwards via em cores vívidas o terror do inferno e a beleza do céu. Não podemos ter um quadro claro de um sem o outro. É por isso que a descrição da Nova Jerusalém celestial também contém uma advertência aos covardes, aos incrédulos, aos depravados, aos assassinos, aos que cometem imoralidade sexual, aos que praticam feitiçaria, aos idólatras e aos mentirosos, cujo lugar “será no lago de fogo que arde com enxofre” (Ap 21:8). É improvável que desejemos nossa salvação final sem saber do que somos salvos.

Sétimo, precisamos da ira de Deus para sermos motivados a cuidar de nossos irmãos pobres. Todos nós conhecemos a afirmação de que os cristãos estão de tal modo voltados para o céu que não prestam para nada na terra. A ideia é que, se tudo o que pensarmos for apenas céu e inferno, terminaremos ignorando ministérios de compaixão e justiça social. Mas que melhor impulso para a justiça social do que a sóbria advertência de Jesus de que, se deixarmos de cuidar do menor de nossos irmãos, iremos para a punição eterna? (Mt 25:31-46)? A ira de Deus é um motivador para que mostremos compaixão aos outros, pois, sem amor, como diz João, não temos a vida eterna e, se não compartilharmos nossos bens materiais com os que passam necessidades, não temos amor (1Jo 3:17).

Oitavo, precisamos da ira de Deus para nos prepararmos para a volta do Senhor. Devemos manter as lâmpadas cheias, os pavios aparados, as casas limpas, a vinha cuidada, os trabalhadores ocupados e os talentos investidos a fim de que não sejamos pegos despreparados no dia do acerto de contas. Somente quando crermos plenamente na ira iminente de Deus e tremermos diante da ideia da punição eterna é que ficaremos despertos, alertas e preparados para que Jesus venha outra vez e julgue os vivos e os mortos.

________________________________________

* Trecho extraído do capítulo 9 do excelente livro Não quero um pastor bacana ? e outras razões para não aderir à igreja emergente, de Kevin DeYoung e Ted Kluck (São Paulo: Mundo Cristão, 2011).

Kevin DeYoung

Kevin DeYoung é o pastor sênior da Igreja Reformada University em East Lansing, Michigan, pastor e escritor. Graduado pela Hope College e Gordon Conwell Theological Seminary, atua na equipe de executivos da RCA Integrity, um grupo de renovação dentro da Igreja Reformada da América. Ele e sua esposa, Trisha, têm três filhos. 

Fonte: Monergismo.com


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