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20 Jan 2013
A Kenosis, o esvaziamento de Jesus, o Cristo, Fp 2.6-8
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Filipenses 2.6-8

Versão: Português: João Ferreira de Almeida Revista e Atualizada
 
"pois ele, subsistindo em forma de Deus, não julgou como usurpação o ser igual a Deus; antes, a si mesmo se esvaziou, assumindo a forma de servo, tornando-se em semelhança de homens; e, reconhecido em figura humana, a si mesmo se humilhou, tornando-se obediente até à morte e morte de cruz."   

Versão: Português: Nova Versão Internacional
 
"que, embora sendo Deus, não considerou que o ser igual a Deus era algo a que devia apegar-se; mas esvaziou-se a si mesmo, vindo a ser servo, tornando-se semelhante aos homens. E, sendo encontrado em forma humana, humilhou-se a si mesmo e foi obediente até a morte, e morte de cruz!"

Versão: Português: Nova Tradução na Linguagem de Hoje
 
"Ele tinha a natureza de Deus, mas não tentou ficar igual a Deus. Pelo contrário, ele abriu mão de tudo o que era seu e tomou a natureza de servo, tornando-se assim igual aos seres humanos. E, vivendo a vida comum de um ser humano, ele foi humilde e obedeceu a Deus até a morte - morte de cruz."

O termo "kenosis" vem da palavra grega para a doutrina do auto-esvaziamento de Cristo em sua encarnação. A kenosis foi uma auto-renúncia, não um esvaziamento de sua divindade e nem uma troca de divindade pela humanidade.

Filipenses 2:7 nos diz que Jesus "esvaziou-se a si mesmo, vindo a ser servo, tornando-se semelhante aos homens." Jesus não cessou de ser Deus durante o Seu ministério terreno. Entretanto, Ele deixou de lado a Sua glória celestial de uma relação face a face com Deus. Ele também deixou de lado a Sua autoridade independente. Durante o Seu ministério terreno, Cristo se submeteu completamente à vontade do Pai.

Como parte da kenosis, Jesus às vezes operou com as limitações de humanidade (João 4:6, 19:28). Deus não se cansa ou fica com sede. Mateus 24:36 nos diz: "Quanto ao dia e à hora ninguém sabe, nem os anjos dos céus, nem o Filho, senão somente o Pai." Podemos nos perguntar, se Jesus era Deus, como é que Ele não sabia de tudo como Deus (Salmo 139:1-6)? Parece que enquanto Jesus estava na terra, Ele abriu mão do uso de alguns dos seus atributos divinos. Jesus ainda era perfeitamente santo, justo, misericordioso, bondoso, justo e amoroso, mas a sua onisciência e onipotência não foram usadas por completo enquanto estava na terra.

No entanto, quando se trata da kenosis, muitas vezes nos concentramos demais naquilo de que Jesus abriu mão. A kenosis também lida com o que Cristo assumiu. Jesus tomou sobre si mesmo uma natureza humana e se humilhou. Jesus deixou de ser a glória das glórias do céu para ser um ser humano que foi condenado à morte na cruz. Filipenses 2:7-8 declara: "...mas esvaziou-se a si mesmo, vindo a ser servo, tornando-se semelhante aos homens. E, sendo encontrado em forma humana, humilhou-se a si mesmo e foi obediente até à morte, e morte de cruz!" No supremo ato de humildade, o Deus do universo tornou-se um ser humano e morreu por Sua criação. A kenosis, portanto, é Cristo assumindo a natureza humana com todas as suas limitações, exceto o pecado.

Fonte: Portal "GotQuestions.org"


19 Jan 2013
O Deus transcendente e Imanente
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Por: Luciano R. Peterlevitz

Textos: Salmo 8 e Hebreus 2.5-10

Introdução

Quero convidá-los a refletir no Deus transcendente e imanente. Isso significa afirmar que o Deus de toda a glória compartilha sua glória conosco, através de Cristo Jesus.

1. O Deus que compartilha sua glória: Salmo 8

Comecemos com o Salmo 8. O Senhor colocou sua glória nos céus (v.1). O brado de louvor do v.1a é repetido no v.9: Ó Senhor, Senhor nosso, quão magnífico em toda a terra é o teu nome! Este brado é um estribilho, que repete a idéia principal do cântico.

A grandeza de Deus revelada na natureza leva o salmista a refletir na pequenez do ser humano (v.3-4). Mas, apesar de sua pequenez, o homem foi coroado “de glória e honra”. Foi criado “um pouco menor do que os anjos” (ou, literalmente, um pouco menor do que Deus ? “Deus”: elohim, parece referir-se aos anjos).

A glória de Deus se manifesta nos céus (Sl 19). Mas a glória de Deus também se manifesta em nós e através de nós. Deus se revela através dos céus. Mas é fantástico saber que Deus não satisfaz em reservar sua glória somente aos céus. Pois Ele compartilha sua glória conosco! Deus é grande. Mas se revela entre os pequenos. Ele é magnífico (v.1), mas é a partir dos louvores dos pequenos que Ele destrói os inimigos (v.2; cf. Mt 21.16).

Encontramos aqui dois conceitos teológicos relacionados à Pessoa de Deus: sua transcendência e sua imanência. Transcendência: Deus está acima da criação. Imanência: Deus se manifesta na criação. Esses dois conceitos não são contraditórios, mas complementares. O enfoque desproporcional em um dos dois pode arruinar a espiritualidade cristã. A heresia surge quando se enfatiza um aspecto da Pessoa de Deus em detrimento do outro. Isso ocorreu com a Pessoa de Cristo. Houve um grupo religioso que negou a divindade de Cristo (arianismo). E houve outro grupo que negou a humanidade de Cristo (docetismo).

Uma ênfase exagerada na transcendência expulsa Deus de nossa realidade.

Uma ênfase exagerada na imanência ignora o poder de Deus, igualando-o à criatura.

A tradução da palavra hebraica kabod é glória, peso. Brennan Manning lembra-nos que muitos “salmos referem-se a kabod como um força invencível e uma realidade esmagadora, mas também falam de abrigo e proteção para os que confiam em Javé (Sl 11, 16, 36).” Pensemos, então, como nosso Deus é grande, como Ele se distancia de nós, mas, simultaneamente, como Ele se faz presente entre nós.

Ó Senhor, Senhor nosso, quão magnífico em toda a terra é o teu nome! A grandeza do Universo revela a grandeza de Deus. Vejamos.

Além do Sol, a estrela mais próxima da terra está a 4,3 anos-luz de distância.  A luz viaja a 299.727 Km por segundo. Um exemplo ajuda-nos a entender quão rápido a luz viaja. O Sol está a 149.637.000 Km da Terra. Se você viajar a jato para o Sol, sem parar, você chegará lá em aproximadamente 21 anos. Mas essa mesma distância é percorrida pela luz em apenas oito minutos e vinte segundos.

Pois bem. Para você chegar à estrela mais próxima da terra, viajando de avião, você levaria aproximadamente uns cinqüenta e um bilhões de anos! Contudo, a luz dessa estrela viaja para a Terra em apenas 4,3 anos!

Consideremos um pouco mais. A maioria das estrelas que vemos à noite a olho nu está de cem a mil anos-luz de distância. Mas algumas delas estão a quatro mil anos-luz. Isso significa que a luz dessas estrelas foi lançada antes de Moisés existir, e ela chegou somente agora para nós, viajando a uma velocidade de 299.727 Km por segundo!

Existem bilhões de estrelas. Isso só no nosso Universo. Mas os cientistas afirmam que existem bilhões de galáxias, cada uma contendo bilhões de estrelas.

O The Guinness Book of World Records afirma que o mais remoto objeto já visto pelo homem parece estar a mais de 13,2 bilhões de anos-luz de distância.

Tudo isso é fantástico! Quão grande é o Universo! Mas, o mais fantástico é a afirmação do salmista, quando ele diz que Deus “Conta o número das estrelas, chamando-as todas pelo seu nome.”. E exclama: “Grande é o Senhor nosso, e mui poderoso; o seu entendimento não se pode medir (Sl 147.4, 5).

Mais fantástico do que a grandeza do Universo, é a grandeza do nosso Deus. Sobre isso, Salomão disse: “Mas, de fato habitaria Deus na terra? Eis que os céus e até o céu dos céus, não te podem conter…” (1Rs 8:27). Mas, mais fantástico do que a grandeza do nosso Deus é modo como Ele compartilha sua glória conosco. Ele nos corou de glória e honra! Ele se faz presente no nosso mundo e em nossos pequenos mundos.

A glória de Deus se manifesta numa estrela que está a 400 trilhões de quilômetros de onde nos encontramos. Mas a glória de Deus também se manifesta exatamente onde nos encontramos. A glória de Deus é grande o suficiente para não caber no mais vasto céu estrelado. A presença de Deus é infinitamente incompreensível. Mas a presença de Deus se torna finita quando se temporaliza entre nós.

Tudo isso é bem melhor compreendido através de Jesus.

2. O Deus que revela sua glória através de Jesus: Hb 2.5-10

A imanência e a transcendência de Deus são mais bem compreendidas através de Jesus Cristo. Por isso, é importante lermos o Sl 5.4-6 à luz de Hb 2.5-10.

Jesus é apresentado da seguinte maneira em Hebreus:

1)      Deus coroou Jesus de honra e glória. Cristo é a expressão exata de Deus. Ele é superior aos anjos: Hb 1.

2)      Ao mesmo tempo em que o Filho viveu a glória, também experimentou a morte (Hb 2.9, 14). Nesse sentido, por pouco tempo Cristo foi feito “menor do que os anjos” (v.9).

3)      Cristo compartilha a glória de Deus conosco, e também compartilha do nosso sofrimento. Por isso nos chama de irmãos: Hb 2.11.

Dito de outro modo: Jesus é superior (Hb 1) > Jesus é pouco menor (2.9) > Jesus é “semelhante” (2.17).

Desse modo, Jesus é a lente através da qual contemplamos Deus. É imprescindível entender Deus a partir de Jesus. Ou seja, todo o nosso conhecimento de Deus surge a partir do nosso conhecimento de Cristo. Quem vê o Filho vê o Pai. Não podemos afirmar qualquer coisa sobre Jesus simplesmente tendo por fundamento nosso conhecimento de Deus, mas para afirmarmos qualquer coisa sobre Deus é preciso ter Cristo por fundamento. Na face sofrida do Nazareno contemplamos a face gloriosa do Pai. Na imanência do Deus Conosco contemplamos a transcendência do Deus Criador dos céus e da terra.

Isso explica porque o Deus-Homem que viveu nesta terra há mais de dois mil anos é a personagem mais conhecida da história. John Lennon afirmava, em 1960, que num período de dez anos os Beatles se tornariam mais famosos do que Jesus Cristo. A profecia era falsa. Alguém afirmou que a relevância de Jesus até os dias de hoje se fundamenta em sua capacidade de tocar, curar e restaurar as pessoas.

Para Agostinho, o Deus imanente e transcendente é “mais íntimo que o mais profundo do meu ser e mais elevado que o meu ponto mais alto”. Em Cristo, Deus está mais próximo de mim do que eu de mim mesmo.

Conclusão

Será que somos somente criaturas minúsculas, perdidas em meio a bilhões de outras galáxias? Será que todo o Universo veio de um caos originário? Seriamos obras do acaso?

A Bíblia diz que viemos do pó. A ciência afirma que somos pó de estrelas. É incrível saber que o Deus que criou todas as estrelas, que chama cada uma delas pelo nome, tornou-se pó das estrelas através de Jesus. E tudo isso porque nos ama. E tudo isso para mostrar que, a despeito de sua grandeza, Ele está perto de cada um de nós.

TAGS: Glória de Deus, Jesus Cristo, Pr Luciano R. Peterlevitz

Fonte: Site Igreja Vida Nova Batista


19 Jan 2013
O Novo Ateu
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Rev. Ricardo Barbosa
Pastor da Igreja Presbiteriana do Planalto - DF

Por: Ricardo Barbosa de Souza

Hoje, o ateu não é mais aquele que não crê, mas aquele que não encontra relevância para Deus na sua rotina. O novo ateísmo não precisa negar a fé; apenas cria substitutos para ela. Mantém o crente na igreja, mas longe do seu Salvador"

Sabemos que existem vários tipos de ateus. Existem aqueles que não crêem em Deus por não encontrarem respostas para os grandes dilemas da humanidade como violência, miséria e sofrimento. Não conseguem relacionar um Deus de amor com o sofrimento humano. Outros não crêem porque não encontram uma razão lógica e racional que explique os mistérios da fé, como a criação do mundo, o dilúvio, o nascimento virginal, a ressurreição, céu, inferno, etc. Diante de temas tão complexos que requerem fé num Deus pessoal, Criador e Redentor, muitos não conseguem crer naquilo que lhes parece racionalmente absurdo.

Os dois tipos de ateus já mencionados são inofensivos. Na verdade, são pessoas que buscam respostas, são honestos e não aceitam qualquer argumento barato como justificativa para suas grandes dúvidas. São sinceros e lutam contra uma incredulidade que os consome, uma falta de fé que nunca encontra resposta para os grandes mistérios da vida e de Deus.

No entanto há um outro tipo de ateu, mais dissimulado, que cresce entre nós, que crê em Deus e não apresenta nenhuma dúvida quanto aos mistérios da fé, nem em relação aos grandes temas existenciais. Ele vai à igreja, canta, ora e chega até a contribuir. É religioso e gosta de conversar sobre os temas da religião. Contudo, a relevância de Cristo, sua morte e ressurreição para a vida e a devoção pessoal é praticamente nula. São ateus crédulos. O ateu moderno não é mais somente aquele que não crê, mas aquele para quem Deus não é relevante.

Este é um novo quadro que começa a ser pintado nas igrejas cristãs. Saem de cena os grandes heróis e mártires da fé do passado e entram os apáticos e acomodados cristãos modernos. Aqueles cristãos que entregaram suas vidas à causa do Evangelho, que deixaram-se consumir de paixão e zelo pela Igreja de Cristo, que viveram com integridade e honraram o chamado e a vocação que receberam do Senhor, que sofreram e morreram por causa de sua fé, convicções e amor a Cristo, fazem parte de uma lembrança remota que às vezes chega a nos inspirar.

Os cristãos modernos crêem como os outros creram, mas não se entregam como se entregaram. Partilham das mesmas convicções, recitam o mesmo credo, freqüentam as mesmas igrejas, cantam os mesmos hinos e lêem a mesma Bíblia, mas o efeito é tragicamente diferente. É raro hoje encontrar alguém em cujo coração arde o desejo de ver um amigo, parente, colega de trabalho ou escola convertendo-se a Cristo e sendo salvo da condenação eterna. Os desejos, quando muito, se limitam a visitar uma igreja, buscar uma "bênção", receber uma oração; mas a conversão a Cristo, o discipulado com todas as suas implicações, são coisa que não nos atraem mais.

Os anseios pela volta de Cristo, o desejo de nos encontrarmos com Ele e ver restaurada a justiça e a ordem da criação ficaram para trás. Somente alguns saudosos dos velhos tempos lembram-se ainda dos hinos que enchiam de esperança o coração dos que aguardavam a manifestação do Reino. A preocupação com a moral e a ética, com o bom testemunho, com a vida santa e reta não nos perturba mais - somos modernos, aprendemos a respeitar o espaço dos outros. O cuidado com os irmãos, o zelo para que andem nos caminhos do Senhor, as exortações, repreensões e correções não fazem parte do elenco de nossas preocupações. Afinal, cada um é grande e sabe o que faz.

Enfim, somos ateus modernos, o pior tipo de ateu que já apareceu. Citamos com convicção o Credo Apostólico, mas o que cremos não tem nenhuma relevância com a forma como vivemos. A pessoa de Cristo para muitos é apenas mais uma grife religiosa, não uma pessoa que nos chama para segui-lo. O ateísmo moderno se caracteriza pela irrelevância da fé, das convicções, do significado da igreja e da comunhão dos santos.

A irrelevância de Deus para a vida moderna é intensificada pela cultura tecnocrática. Temos técnicas para tudo: para ter um matrimônio perfeito, criar filhos felizes e obedientes, obter plena satisfação sexual no casamento, passos para uma oração eficaz, como conseguir a plenitude do Espírito Santo e muitos outros "como fazer" que entopem as prateleiras das livrarias e o cardápio dos congressos. A sociedade moderna vem criando os métodos e as técnicas que reduzem nossa necessidade de Deus, a dependência dEle e a relevância da comunhão com Ele. Chamamos uma boa música de adoração, um convívio agradável de comunhão, uma moral sadia de santificação, assiduidade nos programas da igreja de compromisso com o Reino de Deus.

As técnicas não apenas criam atalhos para os caminhos complexos da vida, como procuram inverter os pólos de atenção e dependência. Tornamo-nos mais dependentes de nós do que de Deus, acreditamos mais na eficiência do que na graça, buscamos mais a competência do que a unção, cremos mais na propaganda do que no poder do Evangelho. Tenho ouvido falar de igrejas que são orientadas por profissionais de planejamento estratégico. Estudam o perfil da comunidade, planejam seu desenvolvimento, arquitetam seu crescimento e, de repente, descobrem que funcionam, crescem, são eficientes, e não dependem de Deus para nada do que foi planejado. Com ou sem oração a igreja vai crescer, vai funcionar. Deus tornou-se irrelevante. Tornamo-nos ateus crentes.

A minha preocupação não é simplesmente criticar o mundo religioso abstrato, superficial e impessoal que criamos ou criticar a tecnologia moderna que, sem dúvida, pode e tem nos ajudado. Minha preocupação é com o coração cada vez mais distante, mais abstrato, mais centralizado naquilo que não é Deus, mais dependente das propagandas e estímulos religiosos, mais interessado no consumo espiritual do que numa relação pessoal com Deus.

Como disse, o ateu hoje não é mais aquele que não crê, mas aquele que não encontra relevância para Deus na sua rotina, não precisa da comunhão dEle para a vida. A sutileza do novo ateísmo é que ele não precisa negar a fé, apenas cria substitutos para ela. Mantém o crente na igreja, mas longe do seu Salvador. Este ateu está muito mais presente entre nós do que imaginamos.

Fonte:- Portal:  Monergismo


19 Jan 2013
Silas Malafaia desmente matéria da Forbes sobre sua renda
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Pastor afirma que irá processar a revista

Pela segunda vez no mês de janeiro, o pastor Silas Malafaia vê seu nome na imprensa brasileira ser associado à arrecadação de dinheiro de maneira negativa.

A edição da Veja São Paulo fez uma matéria sobre os “bastidores” de um encontro promovido por ele. Agora, a versão brasileira da Forbes o colocou como o terceiro pastor mais rico do país, com uma fortuna estimada em US$ 150 milhões.

Embora a Forbes diga que obteve os dados junto ao Ministério Público e Polícia Federal, o pastor Malafaia usou seu site de noticias para publicar um desmentido do que chamou de “safadeza” da revista.

Para ele, trata-se de “um jogo muito bem organizado para denegrir pastores evangélicos a fim de que a sociedade tenha uma ideia de que pastor é um malandro usurpando dinheiro de imbecis e idiotas a fim de se locupletar”.

Silas enfatiza que não tem salário da igreja há mais de 25 anos e que sempre divulgou os dados de sua igreja. A Forbes teria juntado as receitas estimadas da Assembleia de Deus Vitória em Cristo, da Associação Vitória em Cristo, o faturamento da Editora Central Gospel e as ofertas voluntárias que ele recebe por palestras dadas.
O pastor garante que o cálculo está errado por que ele não é “dono” das igrejas Vitoria em Cristo nem da Associação com o mesmo nome. Além disso, a soma da Forbes seria mais do que o dobro do valor real que seu ministério possui.

Concluiu dizendo que todo seu patrimônio pessoal e renda estão declarados na Receita Federal. Como o Ministério Publico e a Polícia Federal não teriam autoridade legal para dar esse tipo de informação, Malafaia irá processar a revista Forbes Brasil.

Coincidência ou não, no final de 2012 Malafaia usou seu programa de TV para avisar aos evangélicos que seu ministério sofreria uma série de ataques da imprensa. Isso seria parte de uma campanha orquestrada pelo PT com o objetivo de abalar sua credibilidade. O pastor disse que amigos seus, que trabalham em “órgãos de informação, imprensa e política partidária”, o alertaram que poderia ser vítima de boatos e acusações, e que se trata de uma questão política, pois ele participou da campanha de muitas pessoas nas últimas eleições.

Fonte: Portal "Gospel Prime"


19 Jan 2013
Batista da Lagoinha promove “festa santa” durante o Carnaval
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Por 4 dias os jovens da igreja estarão participando de eventos e cultos especiais

Durante os dias de Carnaval a Igreja Batista da Lagoinha estará promovendo atividades diferentes com a intenção de convidar os jovens a participar da Festa do Espírito, o evento ganhou o nome de “Espíritoval ? A Festa Santa”.

Os participantes da Mocidade da Lagoinha terão dos dias 8 a 12 de fevereiro diversas festas dentro da igreja com a participação de cantores e também de pastores que falarão sobre diversos temas voltados a este público.

A expectativa é que mais de 6 mil pessoas passem pela sede da IBL que fica em Belo Horizonte, o público vai poder participar da “Minkareta” e da “Rave” festas que ganharam nomes contrários aos usados em atividades seculares.

A igreja liderada pelo pastor Márcio Valadão convidou alguns cantores e pastores para este evento, entre eles o cantor André Valadão, o pastor Nelson do ministério “Eu Escolhi Esperar”, o Ministério “Louva Deus”, “Cristo Vivo”, Lu Alone, Vinícius Melo entre outros.

Além desses dois eventos acontecerá também o trio elétrico “Pai, filho e Espírito Santo” que vai acontecer durante o programa “De Tudo um Pouco” da Rede Super de Televisão.

Serviço: Espíritoval ? A Festa Santa
Local: Igreja Batista da Lagoinha
Endereço: Rua Manuel Macedo, 360, São Cristóvão.
Dias: 8 a 12 de fevereiro

Participações: André Valadão, Lu Alone, Pr. Nelson (do Movimento Escolhi Esperar), Ministério Cristo Vivo, Vinícius Melo, banda Louva Deus, Mocidade Dependente de Deus.

Pastores: Flavinho Marques, Rony Carrijo, Vinícius Zulato, Leandro Almeida, Diogo Souza e Richarde Guerra ? Mocidade IBL

Mais informações: (31) 3478-6500
Obs.: A participação na “Rave” e na “Minkareta” custam R$20,00. Os cultos durante a noite são gratuitos.

Fonte: Portal "Gospel Prime"


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